Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 26 de Agosto 2026
Notícias Colunistas

A Sirene da Guerra Tocou Novamente

Colunista Paulo Eduardo de Barros Fonseca

A Sirene da Guerra Tocou Novamente
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Perplexa, a humanidade mais uma vez escuta a sirene da incompreensão e intolerância ser acionada e assiste on line o terror de outra uma guerra fratricida. 
Isso decorre das paixões humanas que ainda permitem que a natureza animal prevaleça sobre a espiritual, trazendo incertezas, dor e sofrimento à humanidade. 
Sempre que uma guerra eclode transparece a presença do mal como a expressão de sentimentos peculiares ao ser transitório, ainda animalizado e com vícios e tendências inferiores. É a preferência – o arbítrio - do homem pela força em detrimento da razão.
Mas, talvez já seja tempo de se refletir e reconhecer que a humanidade transcendeu ao estado de barbárie, quando os povos conheciam somente o direito do mais forte, e que o verdadeiro alcance da lei divina importa na busca da prática da justiça.
Que nesta fase de transição espiritual planetária, estes tristes fatos sirvam como aprendizado daquilo que não deve ser praticado e que com o acalmar dos ânimos mais exaltados possa surgir uma coletividade renovada e harmonizada sob o ponto de vista psicológico e sociológico. 
Assim, se vivemos momentos de grandes convulsões, lembremos da lição de um amigo anônimo ao dizer que “em tempos de guerra, conserva a paz; em tempos de destruição, reconstrói os alicerces do bem edificando a luz; em tempos de incompreensão, perdoa e ampara, esclarece e orienta; em tempos de desesperança, persevera no bem, exemplifica o Evangelho e segue Jesus. Na transição planetária cabe ao homem existente transpor, romper, ascender, mas, principalmente amar!”.
Como disse Antonio Alçada Baptista, que a humanidade possa viver em uma coletividade planetária que compreenda que “a paz não é nada que venha de fora. É uma imensa construção para a qual fomos feitos e que começa exatamente no coração de cada um. Nós somos responsáveis pela nossa paz e pela paz no mundo.”.
Aliás, em “A caminho da luz”, Emmanuel nos conforta quanto ao futuro ao ensinar que “o determinismo do amor e do bem é a lei de todo o Universo, e a alma humana emerge de todas as catástrofes em busca de uma vida melhor.”.
Por mais improvável que possa parecer, faz a sua parte e juntos chegaremos a um mundo de regeneração.
Que as sirenes da guerra deixem de tocar!
Paulo Eduardo de Barros Fonseca

Veja também

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR