SEMANÁRIO ZONA NORTE - JORNAL DE MAIOR CIRCULAÇÃO NA ZONA NORTE

A palavra enterrada: PÁTRIA

Pátria: substantivo feminino, país em que se nasce e ao qual se pertence como cidadão; terra, torrão natal.
De pátria  deriva a palavra patriotismo que é o amor e respeito que se tem pela terra natal. Este patriotismo pode ser manifestado pela valorização da cultura do país, suas belezas naturais e de seus símbolos nacionais. O patriota é aquele que ama o seu país, sente orgulho de tudo o que o representa, e que sabe pertencer a algo maior que a sua individualidade. O patriota enxerga seus conterrâneos como irmãos que a seu lado têm o papel de construir e desenvolver o país.
É o sentimento de pátria, pois, que impulsiona o homem a servir. É o sentimento de pátria que leva o homem público a ser probo e a se doar em prol do Estado que serve. O vocábulo pátria encerra amor, união e o pensamento da comunhão de ideais de uma nação. O sentimento de pátria é o ponto de partida para a existência de uma nação forte, cujos filhos trabalham por um futuro melhor para todos.
Infelizmente nos últimos tempos a população brasileira se viu órfã desse vocábulo e, assim, sem um norte que a oriente, segue sem rumo. Grande parte dos brasileiros, notadamente, os mais jovens, não têm o entendimento do significado desse termo, muitas vezes simplesmente nem o conhecem. O significado de pátria não se aprende em livros, mas sim na convivência diária e na prática do patriotismo desde as mais tenras idades. Por meio do culto aos símbolos nacionais, do conhecimento da nossa história e dos feitos dos nossos grandes vultos do passado p assa-se a cultivar em cada cidadão o verdadeiro sentimento de pátria.
Este foi mais um dos tristes legados que a esquerda, que ocupou o poder no país, nos deixou. As razões para tal foram várias. Primeiro por que pátria e patriotismo era coisa de milico e deveria portanto ser deixada de lado. Da parte da esquerda intelectualizada, alto intitulada progressista, esta seria uma prática de sociedades mais retrógradas e portanto não condizente com o comportamento de uma civilização mais evoluída. No mesmo diapasão, para a  esquerda revolucionária, que ainda busca a ruptura total com o modelo aí instalado e o estabelecimento de uma nova ordem, o culto à pátria passou a ser uma ameaça que deveria ser retirada do caminho e assim o foi, de início ignorada, mas, propositalmente, com o tempo, enterrada.
Os símbolos nacionais deixaram de ser cultuados nas escolas, os heróis nacionais que edificaram o Estado Brasileiro foram substituídos por outros cujos atos, não tão patrióticos, se identificavam mais com a ideologia pregada.  Mais forte que a ideia de pátria impôs-se o culto às ideologias do momento.
Não contentes em tirar-nos a pátria, diminuíram o valor da família e da religião. Os progressistas eliminaram todos os valores da sociedade considerados conservadores e ultrapassados e assim seguimos hoje cada um por si, “caminhando contra o vento sem lenço e sem documento”… e sem PÁTRIA.
* Eduardo Diniz - Um cidadão Brasileiro

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A palavra enterrada: PÁTRIA

Pátria: substantivo feminino, país em que se nasce e ao qual se pertence como cidadão; terra, torrão natal.
De pátria  deriva a palavra patriotismo que é o amor e respeito que se tem pela terra natal. Este patriotismo pode ser manifestado pela valorização da cultura do país, suas belezas naturais e de seus símbolos nacionais. O patriota é aquele que ama o seu país, sente orgulho de tudo o que o representa, e que sabe pertencer a algo maior que a sua individualidade. O patriota enxerga seus conterrâneos como irmãos que a seu lado têm o papel de construir e desenvolver o país.
É o sentimento de pátria, pois, que impulsiona o homem a servir. É o sentimento de pátria que leva o homem público a ser probo e a se doar em prol do Estado que serve. O vocábulo pátria encerra amor, união e o pensamento da comunhão de ideais de uma nação. O sentimento de pátria é o ponto de partida para a existência de uma nação forte, cujos filhos trabalham por um futuro melhor para todos.
Infelizmente nos últimos tempos a população brasileira se viu órfã desse vocábulo e, assim, sem um norte que a oriente, segue sem rumo. Grande parte dos brasileiros, notadamente, os mais jovens, não têm o entendimento do significado desse termo, muitas vezes simplesmente nem o conhecem. O significado de pátria não se aprende em livros, mas sim na convivência diária e na prática do patriotismo desde as mais tenras idades. Por meio do culto aos símbolos nacionais, do conhecimento da nossa história e dos feitos dos nossos grandes vultos do passado p assa-se a cultivar em cada cidadão o verdadeiro sentimento de pátria.
Este foi mais um dos tristes legados que a esquerda, que ocupou o poder no país, nos deixou. As razões para tal foram várias. Primeiro por que pátria e patriotismo era coisa de milico e deveria portanto ser deixada de lado. Da parte da esquerda intelectualizada, alto intitulada progressista, esta seria uma prática de sociedades mais retrógradas e portanto não condizente com o comportamento de uma civilização mais evoluída. No mesmo diapasão, para a  esquerda revolucionária, que ainda busca a ruptura total com o modelo aí instalado e o estabelecimento de uma nova ordem, o culto à pátria passou a ser uma ameaça que deveria ser retirada do caminho e assim o foi, de início ignorada, mas, propositalmente, com o tempo, enterrada.
Os símbolos nacionais deixaram de ser cultuados nas escolas, os heróis nacionais que edificaram o Estado Brasileiro foram substituídos por outros cujos atos, não tão patrióticos, se identificavam mais com a ideologia pregada.  Mais forte que a ideia de pátria impôs-se o culto às ideologias do momento.
Não contentes em tirar-nos a pátria, diminuíram o valor da família e da religião. Os progressistas eliminaram todos os valores da sociedade considerados conservadores e ultrapassados e assim seguimos hoje cada um por si, “caminhando contra o vento sem lenço e sem documento”… e sem PÁTRIA.
* Eduardo Diniz - Um cidadão Brasileiro

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