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Refletindo sobre o enigma da vida

Quando buscamos decifrar o enigma da vida percebemos que

Refletindo sobre o enigma da vida
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Quando buscamos decifrar o enigma da vida percebemos que, quase sempre, não encontramos respostas satisfatórias para indagações como: De onde viemos? Para onde vamos? Qual o sentido da vida? Qual é o fim?

Questões como essas, debatidas pelos filósofos desde a antiguidade, nem sempre conduzem a uma conclusão cômoda e acabada, notadamente quando a busca pelas respostas decorre de verdades prontas e acabadas de terceiros. Essa assertiva ganha relevância quando tais verdades trilham no campo do materialismo e do dogmatismo.

Nem mesmo o avanço vivenciado pela civilização propicia respostas definitivas, muito embora, desde que queira, o homem moderno encontre maiores facilidades para buscar o conhecimento de si mesmo, por meio da constante investigação.

Certamente, dentro de um raciocínio lógico e coerente, são propicias as condições de estudo e de fazermos reflexões que resultem conclusões plausíveis.

Conjugando fé e razão, com o passar dos séculos, diversos mitos foram desmistificados. Porém, ainda nos dias atuais, a busca do conhecimento da vida se torna mais intrigante pelo desconhecimento da morte.

Para ajudar na sistematização de eventual estudo sobre essa matéria, quatro alternativas se apresentam: 1ª) o nada, segundo a doutrina materialista, pois que o evento morte decretaria o fim da existência; 2ª) a absorção no todo universal, conforme a doutrina panteísta, pela qual o princípio inteligente se individualiza durante a vida e com a morte se torna massa comum que é absorvida pelo universo; 3ª) a conservação da individualidade após a morte, já que a alma – criada por ocasião do nascimento – sobrevive e conserva sua individualidade, com a fixação definitiva da sorte, segundo a doutrina dogmática; e, 4ª) a conservação da individualidade, com o progresso infinito, porque a alma preexiste e sobrevive ao corpo, de acordo com a doutrina espírita.

Reflexões como essa, independentemente do resultado individual obtido, possibilitam a busca de maior conhecimento de si e da espiritualidade, trazendo como consequência inevitável a melhoria moral e transformação do “eu”, bem como revelam uma nova face da vida e do universo.

Quanto mais procuramos desvendar os véus do desconhecido, mais adentramos em nós mesmos e nos conhecemos, transformando-nos em pessoas que ajudam na construção de um mundo melhor.

                                                                                   Paulo Eduardo de Barros Fonseca

 

 

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