Desde o fim do século 19, nos Estados Unidos da América, no Brasil, e em vários outros países ocidentais, o dia 1º de maio é tido como o Dia do Trabalho. Tal data foi escolhida em razão de uma onda de manifestações e conflitos violentos que se desencadeou a partir de uma greve geral. Essa greve paralisou os parques industriais da cidade de Chicago (EUA), no dia 1º de maio de 1886.
No caso específico do Brasil, a menção ao 1º de maio começou em 1890, quando a República já estava instituída e começava um processo acentuado do desenvolvimento da indústria brasileira.
De lá para cá, muita coisa mudou, mudamos de sistemas políticos, tivemos vários presidentes e a nossa moeda teve diversos nomes até chegar ao Real. Estas alterações causaram um caos no Brasil atual, que necessita gerar mais empregos. E com a crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus, a situação pode piorar ainda mais. De acordo com especialistas, a crise poderá levar mais de 500 milhões de pessoas para a pobreza, no mundo. E o Brasil, poderá ainda, contabilizar mais 8 milhões de desempregados, elevando o total a 20 milhões, um caos para a economia brasileira.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o Brasil conta hoje com quase 12 milhões de desempregados. Cerca de 38 milhões de pessoas estão na informalidade.
É um quadro assustador perante a chegada de um inimigo invisível, cujo potencial de estrago é incalculável. É necessário um plano emergencial de resgate econômico para impedir que países como o Brasil não se afundem. É uma dura e cruel realidade.
Nosso país precisa reagir e enfrentar este inimigo invisível com muito equilíbrio e serenidade.
Devemos acreditar que vamos vencer mais esta batalha e que nos próximos anos poderemos comemorar realmente o Dia do Trabalho.