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Terça-feira, 28 de Abril 2026
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Novo subprefeito de Santana/Tucuruvi, Sidney Doring Guerra visita o jornal Semanário da Zona Norte

O jornal Semanário da Zona Norte recebeu na manhã de quarta-feira, dia 10 de janeiro, a visita do novo subprefeito de Santana/Tucuruvi, Sidney Doring Guerra.

Novo subprefeito  de Santana/Tucuruvi, Sidney Doring Guerra visita o jornal Semanário da Zona Norte
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Ele foi recebido pelo diretor responsável do jornal, João Carlos Dias. Ambos abordaram vários assuntos como: problemas na região da Subprefeitura Santana/Tucuruvi, a parceria público-privada, a nova Lei de Zoneamento, a questão da verticalização nas grandes metrópoles como São Paulo e a importância das mídias regionais, em especial o Semanário da Zona Norte. 

Conhecido como Magal Guerra, Sidney é formado em Ciências Jurídicas e Sociais. Iniciou sua carreira em 1998 na Secretaria de Juventude Esporte e Lazer do Estado de São Paulo. 

Confira na íntegra a entrevista concedida ao jornal.  

JSZN: Conte-nos um pouco sobre sua trajetória profissional. 

Magal:  Comecei a trabalhar com 12 anos de idade, minha mãe tinha uma loja de  confecção de pijamas. Comecei a desenvolver marcas de surf, pois sou surfista. Depois tive um bar chamado Cali na Serra  da Cantareira , na Zona Norte de São Paulo. Muitas bandas se apresentaram lá no meu bar como Barão Vermelho, Skank, Cidade Negra e outras bandas. Depois eu trabalhei na Assembleia Legislativa de São Paulo com o deputado Turco Loco  e fui coordenador da Secretaria de Juventude Esporte e Lazer do Estado de São Paulo. 

Assessorei alguns vereadores e me tornei chefe de gabinete na Subprefeitura da  Vila Mariana por uma ano e 8 meses. Aprendi muita coisa com o modelo de gestão. Pretendo trazer para Santana/Tucuruvi este tipo de gestão.  

JSZN: Como o sr. vê os problemas na cidade de São Paulo, em especial na região de Santana e Tucuruvi? 

Magal:  Santana é uma região muito extensa com 325 mil habitantes. Então os problemas são constantes e diários, mas a gente tem que ter um modelo de gestão para poder suprir as necessidades da região. Hoje a Subprefeitura conta muito com a parte de zeladoria. Vou conseguir me empenhar para tentar fazer a diferença na nossa região. 

JSZN: Problemas  relacionados à poda de árvores lideram as queixas registradas pelos munícipes. Na sua opinião como resolver o problema de zeladoria ? 

Magal:   É muito difícil resolver esses problemas. Porque estamos mexendo com a natureza. Num período como esse, chuvoso, a grama cresce mais rápido . Temos que antecipar o problema principalmente a poda de árvores. Pois temos árvores centenárias. É preciso fazer a poda adequada. Às zeladorias cabe a prevenção, e  isso que a gestão Ricardo Nunes pensa. É isso que fazemos na nossa região e em toda a cidade de São Paulo. 

JSZN: Outra reclamação diz respeito aos buracos e asfaltos mal conservados nas principais vias. Como solucionar esta questão  que coloca em risco a vida dos motoristas e da população? 

Magal:  Nunca São Paulo teve um programa de recape tão grande como na gestão do prefeito Ricardo Nunes. Muitos asfaltos são antigos. Hoje conseguimos através do telefone 156 sanar os problema dos buracos em até 20 dias. É importante que o  munícipe abra uma ocorrência no 156 para sabermos que o buraco existe. É muito importante este feedback da população. 

JSZN: O sr. acredita que deveria existir mais Unidades Básicas de Saúde (UBS) para atender a população ou é preciso fortalecer as já existentes? 

Magal:   Nossa meta é ampliar este ano o numero de UBS. De 2022 para cá, o prefeito entregou mais de 31 UBS. As pessoas deveriam procurar mais as UBS. 

JSZN: A parceria público-privada é uma solução? 

Magal:  Sim, por vários pontos. E em varias situações e aspectos. Um grande exemplo é a concessão do parque do Ibirapuera. A qualidade melhorou muito, para mim é um grande caminho e solução. 

JSZN: Qual sua opinião sobre a nova lei de zoneamento na cidade de São Paulo? 

Magal:  Existem vários locais e corredores de gestão anteriores, que precisam se adaptar com a nova realidade. Chegou um momento que temos que progredir, esse plano diretor e necessário. A Lei de Zoneamento  é muito importante tanto para brecar algumas obras em regiões residenciais como para deixar evoluir as zonas comerciais. É essencial. 

JSZN: O sr. é favor da verticalização nas grandes metrópoles?  

Magal:  É um progresso. A cidade cresce. São Paulo é a 5ª  maior metrópole do mundo. É natural que a cada dia ela se desenvolva mais. E a verticalização é um dos caminhos. 

JSZN: O sr. acredita que a Subprefeitura de Santana/Tucuruvi deveria destinar mais espaços para áreas verdes? 

Magal:  Acredito que temos bastante área verde. Nosso plantio é de 23 mil árvores na região. Sou um grande incentivador da ecologia na nossa cidade. Infelizmente, não houve planejamento. Há 60 anos foram plantadas árvores de qualquer espécie.  Hoje estamos colhendo esses frutos com os vendavais e as mudanças climáticas. Com isso, as árvores acabam caindo.  

JSZN: Qual a importância das mídias regionais, em especial o jornal Semanário da Zona Norte? 

Magal:  É importantíssimo. Esse tipo de mídia fala direto com o público e traz informação da administração tanto boa como ruim. Acredito que é uma peça fundamental. Quero estar sempre contando com vocês no certo e no errado. Sou pago para acertar. Errar é humano, mas tenho direito de corrigir. Mas o importante  é acertar sempre. O trabalho do Semanário da Zona Norte é essencial.  

JSZN: Como fica a situação das ruas que ainda estão com paralelepípedos na região, serão asfalta-das? 

Magal: Dentro do programa da Malha Viária as subprefeituras têm a oportunidade de indicar as ruas com paralelepípedos. Achamos essas ruas desnecessárias, e nós subprefeitos estamos indicando-as para o prefeito Ricardo Nunes asfaltá-las. Estamos fazendo, inclusive, um mapeamento de toda área.  

JSZN: Qual a importância para a Subprefeitura a participação dos Consegs e das Ongs em sua área? 

Magal: O Conseg é o local onde recebemos as pessoas que trazem as demandas para a gente atendê-las. É a porta de entrada para a Subprefeitura e também para o munícipe. O Conseg engloba todo o tipo de autoridade numa única reunião. E as Ongs têm um trabalho sério voltado para as pessoas mais vulneráveis.   Elas precisam muito de apoio das autoridades e da população.   

JSZN: O que podemos fazer para minimizar a situação catastrófica que temos na Avenida Cruzeiro do Sul em relação aos moradores em situação de assaltos? 

Magal: É um problema muito sério na nossa região e que pretendo resolver. Estamos estudando o que podemos fazer. Existe um projeto que é transferir o corredor de ônibus para o meio da avenida e retirá-lo da lateral. O espaço ocioso dá oportunidade para as pessoas estarem mais vulneráveis. Então, temos que ocupar esses espaços.  Temos o apoio da Secretaria de Assistência Social para tentar tirar esses moradores de rua e transferi-los para abrigos.  Temos que ofertar oportunidade para essas pessoas vulneráveis.  

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