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Dia do Músico

22 de novembro

Dia do Músico
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A denominação “músico” engloba os mais variados tipos de profissionais: instrumentistas, cantores, maestros e compositores; especializados ou não em diferentes estilos musicais: música clássica, música popular, jazz, rock; autodidatas e estudiosos com pós-graduação.

Características necessárias

Para um músico ser bem sucedido é necessário ser uma pessoa de grande sensibilidade artística, com grande interesse pelas artes e que tenha um vasto conhecimento no assunto. As características desejáveis são: autoconfiança, boa audição, capacidade de liderança, desembaraço, disciplina, equilíbrio emocional, espírito empreendedor, facilidade de expressão, habilidade para trabalhar em equipe, interesse pela natureza humana, interesse pelas artes, intuição, musicalidade, perseverança, ritmo e sensibilidade artística

Formação necessária

Esta carreira não exige um diploma, principalmente para quem se dedica à música popular. No entanto, quem quer tocar ou reger grandes orquestras tem que ter formação sólida em universidade ou conservatório. Para conseguir a carteira da Ordem dos Músicos é preciso submeter-se a uma prova. Para compositores é recomendável tocar um instrumento e ter bom conhecimento de teoria musical. Também é útil saber usar recursos eletrônicos para composição e execução de música. Compositores devem registrar suas obras na Escola Nacional de Música, apresentando partitura e letra da música. Devido à competição, instrumentistas, cantores ou compositores precisam, cada vez mais, de noções de marketing para criar oportunidades de trabalho.

Principais atividades de um músico

Instrumentistas, cantores e regentes dedicam a maior parte do seu tempo a: estudar partituras; exercitar-se constantemente; ensaiar espetáculos; pesquisar e aprender novas peças musicais. Regentes avaliam e selecionam músicos para a orquestra. Podem ser convidados para reger orquestras em gravações ou espetáculos específicos e ocupar cargos de regente titular de uma orquestra e diretor musical, assumindo também funções administrativas e gerenciais.

Áreas de atuação e especialidades

Instrumentistas: atuam como solistas, participam de orquestras, bandas, grupos de todos os gêneros, ou acompanham cantores. Podem tocar ao vivo ou em estúdios. Em geral especializam-se num tipo de instrumento de sopro, de corda, de percussão.

Regentes ou maestros: interpretam peças musicais, determinando como devem ser tocadas e dirigem grupos de músicos, usando as mãos para indicar as variações de som e marcar o tempo.

Compositores e letristas: criam melodias e letras de músicas, muitas vezes trabalham em parceria.

Cantores: usam a voz como instrumento, para interpretar uma canção. Podem fazer carreira solo ou fazer parte de um grupo, atuando ao vivo ou gravando discos.

Professores: dando aulas de música para os iniciantes em escolas.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para músicos é bem concorrido. Cantores têm um bom campo de trabalho como vocalistas em gravação de discos, jingles ou trilhas sonoras, ou mesmo acompanhando artistas famosos. Cidades turísticas costumam oferecer oportunidades melhores do que as metrópoles para músicos populares. Já os eruditos encontram um mercado mais amplo nas grandes cidades. Há pesquisas que indicam que o setor de entretenimento tende a crescer acima da média nos próximos anos. Nesse caso, acontecerá o mesmo com o mercado para músicos. Representantes dos músicos vêm atuando no meio político pela volta do ensino obrigatório de música nas escolas fundamentais, o que abriria um grande número de vagas para professores.

Curiosidades

Muitas obras de arte da Antiguidade mostram músicos e seus instrumentos, entretanto não existem conhecimentos sobre como os antigos faziam seus instrumentos. Apenas umas poucas peças completas de música da Antiguidade ainda existem, quase todas do povo grego.

Egito - Por volta de 4.000 a.C., as pessoas batiam discos e paus uns contra os outros, utilizavam bastões de metal e cantavam. Posteriormente, nos grandes templos dos deuses, os sacerdotes treinavam coros para cantos de música ritual. Os músicos da corte cantavam e tocavam vários tipos de harpa e instrumentos de sopro e percussão. As bandas militares usavam trompetes e tambores.

Palestina - O povo palestino provavelmente não criou tanta música quanto os egípcios. A Bíblia contém a letra de muitas canções e cânticos hebraicos, como os Salmos, onde são mencionados harpas, pratos e outros instrumentos. A música no templo de Salomão, em Jerusalém, no século 10º a.C., provavelmente incluía trompetes e canto coral no acompanhamento de instrumentos de corda.

China - Os antigos chineses acreditavam que a música possuía poderes mágicos, achavam que ela refletia a ordem do universo. A música chinesa usava uma escala pentatônica (de cinco sons), e soava mais ou menos como as cinco teclas pretas do piano. Os músicos chineses tocavam cítara, várias espécies de flauta e instrumentos de percussão.

Índia - As tradições musicais da Índia remontam ao século 13 a.C.. O povo acreditava que a música estava diretamente ligada ao processo fundamental da vida humana. Na Antiguidade, criaram música religiosa e por volta do século 4º a.C. elaboraram teorias musicais. Os músicos tocavam instrumentos de sopro, cordas e percussão. A música indiana era baseada num sistema de tons e semitons; em vez de empregar notas, os compositores seguiam uma complicada série de fórmulas chamadas ragas. As ragas permitiam a escolha entre certas notas, mas exigiam a omissão de outras.

Grécia - Os gregos usavam as letras do alfabeto para representar notas musicais. Agrupavam essas notas em tetracordes (sucessão de quatro sons). Combinando esses tetracordes de várias maneiras, os gregos criaram grupos de notas chamados modos. Os modos foram os predecessores das escalas diatônicas maiores e menores. Os pensadores gregos construíram teorias musicais mais elaboradas do que qualquer outro povo da Antiguidade. Pitágoras, um grego que viveu no século 6º a.C., achava que a Música e a Matemática poderiam fornecer a chave para os segredos do mundo. Acreditava que os planetas produziam diferentes tonalidades harmônicas e que o próprio universo cantava. Essa crença demonstra a importância da música no culto grego, assim como na dança e nas tragédias.

Roma - Os romanos copiaram teorias musicais e técnicas de execução dos gregos, mas também inventaram instrumentos novos como o trompete reto, a que chamavam de tuba. Usavam frequentemente o hydraulis, o primeiro órgão de tubos; o fluxo constante de ar nos tubos era mantido por meio de pressão de água.

 

 

 

 

 

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