A Prefeitura de São Paulo segue realizando obras para combater os alagamentos na cidade. A gestão está com oito piscinões em construção. Os piscinões armazenam o excesso de água que desceria pelas ruas e se tornam importantes aliados no combate às enchentes. Nos últimos quatro anos, Ricardo Nunes entregou seis novos reservatórios, todos em diferentes regiões da cidade.
“Quando a chuva cai forte, o que antes virava alagamento em muitos bairros de São Paulo agora encontra outro destino: os piscinões. Já investimos R$ 1,6 bilhão em obras de piscinões, com capacidade para 853 mi metros cúbicos de água – o equivalente a mais de 340 piscinas olímpicas”, comentou o prefeito Ricardo Nunes, destacando que os resultados comprovam a redução de alagamentos.
Somente nesses últimos piscinões entregues, a obras beneficiam diretamente mais de 815 mil pessoas nas zonas Norte e Leste — entre elas, moradores do Tucuruvi, Perus e Aricanduva.
“As novas entregas fazem parte de uma rede de 55 piscinões da cidade e foram pensadas para reduzir os impactos das chuvas e evitar enchentes em regiões historicamente afetadas, reforçam a rede de drenagem e ampliam a capacidade da capital de enfrentar as chuvas”, frisou o Chefe do Executivo.
Ricardo Nunes deu como exemplo o piscinão embaixo da Praça Roberto Gomes Pedrosa, no Morumbi, que vai captar as águas do Córrego Antonico e proteger 87 mil pessoas.
Outro exemplo fica em Moema, onde um reservatório deve beneficiar 200 mil moradores, sem a necessidade de desapropriações. Na Zona Leste, os trabalhos avançam nos córregos da Mooca, Lapenna e Rio Verde, enquanto na Zona Norte, os piscinões do Carumbé e do Bananal prometem aliviar cheias que há décadas atingem a Brasilândia.
“A importância desses equipamentos cresce a cada temporada de chuva. Com as mudanças climáticas provocando temporais mais intensos e volumes cada vez maiores, os piscinões se tornaram aliados indispensáveis na drenagem urbana. Ao reter a água durante o pico das chuvas e liberá-la aos poucos, eles ajudam a aliviar a pressão sobre córregos e galerias, diminuindo o risco de transbordamentos e prejuízos”, completou o prefeito Ricardo Nunes.
O objetivo é aumentar a resiliência de São Paulo frente aos eventos extremos e tornar o período das chuvas menos traumático para quem vive na capital. Cada piscinão entregue é, na prática, um novo respiro para a cidade.
RESULTADOS - A efetividade dos piscinões entregues nos últimos anos é visível. Entre 2014 e 2024, a capacidade de reservação aumentou 46%, e o número de alagamentos caiu 57% em comparação com o final dos anos 1990 — mesmo com índices de chuva semelhantes. Cerca de 80% dos equipamentos para combate às cheias foram implantados após 2014.
Para chegar a esse resultado, a atual gestão fez investimentos recordes em ações de prevenção e combate às enchentes. Somente em drenagem, foram aplicados R$ 8,4 bilhões em obras, serviços e manutenções — um aumento de 111% em relação ao período anterior.
Além dos piscinões, a cidade tem apostado em soluções complementares, como praças de infiltração, parques lineares com áreas inundáveis, canalização de córregos e novas galerias pluviais, formando um sistema integrado de prevenção.
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