Aguarde, carregando...

Sábado, 27 de Junho 2026
Notícias Colunistas

O espírito de Natal

Colunista Paulo Eduardo de Barros Fonseca

O espírito de Natal
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A celebração do Natal como conhecemos atualmente tem origem na Roma antiga, por volta do ano 270 d.C., numa crença pagã, quando o império romano instituiu a comemoração do solstício de inverno em homenagem ao Deus-Sol Natalis Solis Invicti – Deus Sol Invicto.

O Cristianismo incorporou essa festa pagã e a transformou na comemoração do nascimento de Jesus de Nazaré, considerado pelos cristãos até os dias atuais como o “Sol”, filho de Deus, a encarnação da justiça divina, personificação da “luz do mundo”.

Da idade média até os dias atuais, o Cristianismo passou por diversas modificações e adaptações e com ele transformou-se também o significado do Natal em meio à humanidade como, por exemplo, com a inclusão da figura do presépio por Francisco de Assis, da arvore de natal por Martinho Lutero e o papai noel no século IV, por um bispo turco. 

Mas, o mais importante é com o advento do Cristo a celebração natal ganhou uma relevância mais espiritualizada e se caracteriza como um momento de reflexão ao oportunizar que todos possam externar sua gratidão pelas realizações materiais e, sobretudo, ao relembrar os ensinamentos do Mestre e de curar suas próprias fraquezas e retificar atitudes menos infelizes lapidando nosso espírito.

O Natal nos faz lembrar da missão, lições e exemplos do Cristo e propõe a toda pessoa a chance de buscar seguir e aplicar o ensinamento cristão que, de fato, forma um verdadeiro código de moral ao propor o perdão, a reconciliação, indulgencia, tolerância, humildade e a prática da caridade nas suas mais diversas formas. A celebração do natal nos mostrar a estrada do amor fraterno e nos convida à ascensão espiritual ao vivificar as vibrações no sentimento da cristandade.

Assim, independentemente de qualquer diferença, que a humanidade possa internalizar e vivenciar o verdadeiro espírito de Natal não apenas quando de sua celebração, mas em todos os dias para quem sabe podermos viver a lição bíblica contida em Gálatas 2-19:20 e bradar: “Pois, por intermédio da Lei eu morri para a própria Lei, com o propósito de viver tão somente para Deus.  Fui crucificado juntamente com Cristo.

E, desse modo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E essa nova vida que agora vivo no corpo, vivo-a exclusivamente pela fé no Filho de Deus, que me amou e se sacrificou por mim.”.

Que o espírito de Natal reacenda o amor na sua mais pura essência e reverbere em todos os seres da criação, mas, principalmente, no coração dos homens, trazendo esperança no amanhã com Jesus renascido na manjedoura de nossas almas.

Que neste Natal unidos e reconfortados todos possam avistar a luz da estrela que brilha e reconforta os corações e alcancem as amplitudes dos céus porque assim, verdadeiramente, será Natal.

 Paulo Eduardo de Barros Fonseca

+ Lidas

Nossas notícias no celular

Receba as notícias do Semanário ZN no seu app favorito de mensagens.

Telegram
Whatsapp
Entrar

Veja também

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR