O diretor responsável do Semanário da Zona Norte, João Carlos Dias recebeu na segunda-feira, dia 20 de maio, das mãos do comandante interino do Policiamento de Trânsito da Capital, tenente – coronel PM Paulo Sérgio de Oliveira a Moeda Challenge Coin em comemoração aos 50 anos da unidade.
Para o tenente – coronel PM Paulo Sérgio de Oliveira, “os símbolos e as tradições devem ser cultuados e preservados, a moeda do Comando de Policiamento de Trânsito, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, deve ser entregue para personalidades em destaque na sociedade, dessa forma, temos a grata satisfação de homenagear o diretor do Jornal Semanário da Zona Norte, João Carlos Dias, ser humano diferenciado que sempre se preocupou em atender as necessidades da nossa sociedade, principalmente da região norte da cidade de São Paulo e, com seu brilhantismo e competência, hoje, seu árduo e continuo trabalho está sendo reconhecido, pois seu periódico se tornou o maior jornal de circulação da região, uma grande vitória nesses 25 anos de existência”.
Já João Carlos sentiu – se honrado com a homenagem. “Pra mim é uma honra muito grande em receber a Medalha Challenge Coin comemorativa aos 50 anos do Policiamento de Trânsito da Capital. Esse diploma não é pra mim, e sim para os meus colaboradores, colunistas, leitores e fornecedores. Este tipo de homenagem nos deixa sensibilizado. Fui pego de surpresa ao receber essa honraria, principal por vir de um comando tão importante como o Policiamento de Trânsito, o maior da América Latina. Os profissionais que compõem a unidade são altamente capacitados que realmente fazem a diferença com relação ao conhecimento de trânsito da capital. Isso é muito importante para nós até mesmo devido a segurança para o nosso dia a dia. É motivo de orgulho e satisfação ter sido ser graduado com essa honraria justamente na semana em que o jornal completa 25 anos de existência. Mais uma vez só tenho que agradecer a Polícia Militar e ao Comando de Policiamento de Trânsito da Capital. Sem dúvida nenhuma essa honraria ficará eternizado aqui no Semanário da Zona Norte. Que Deus abençoe o Comando de Policiamento de Trânsito da Capital, o coronel PM Colonello e o tenente – coronel PM Paulo Sérgio. Nós aprendemos a admirar esses profissionais. São pessoas que se preocupam em se especializar cada vez mais e verificar o que está acontecendo de modernidade para ser aplicado no trânsito na capital, que já é caótico. Parabéns a todos e muito obrigado pela honraria”.
Moeda CPTran
A Moeda Comemorativa do Policiamento de Trânsito foi instituída com a finalidade de distinguir personalidades civis e militares que tenham contribuído de modo relevante com este Comando, para o fiel cumprimento das missões institucionais, além da sua atuação complementar e de apoio às atividades de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, bem como pela fixação e difusão de doutrina nas questões afetas ao trânsito urbano.
A criação da moeda foi inspirada na “Challenge Coin”, tradicionalmente utilizada em organizações civis, militares e policiais do mundo, para materializar um conceito de pertencimento e um valor que perdure no tempo. Há várias histórias sobre sua origem, porém, a mais aceita é que durante a Primeira Guerra Mundial, com a entrada dos Estados Unidos, em 1917, voluntários americanos descendentes de famílias ricas, cunharam moedas em bronze sólido e presentearam alguns integrantes de seu esquadrão. Um jovem piloto colocou a moeda em uma pequena bolsa de couro que usava no pescoço, no entanto, seu avião foi atingido e ele foi capturado por uma patrulha alemã. A fim de desencorajar sua fuga, os alemães retiraram seus pertences e identificação, exceto a pequena bolsa de couro em volta do pescoço, que deve ter sido considerada como um símbolo religioso.
Aproveitando-se de um ataque noturno, o piloto escapou e chegou, após grandes dificuldades, em um posto avançado do Exército Francês, que acharam que se tratava de um soldado alemão infiltrado, o que seria um inimigo. Assim, estavam prontos para executá-lo, visto que não possuía nenhuma identificação, no entanto, tinha sua bolsa de couro contendo a moeda, que foi reconhecida ao visualizarem a insígnia do seu esquadrão. Assim, a execução do piloto foi atrasada para confirmarem sua identidade e, ao invés de lhe darem um tiro, deram-lhe uma garrafa de vinho. Após este ocorrido, tornou-se tradição, nos esquadrões, levar seu medalhão ou moeda em todos os lugares.