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Segunda-feira, 16 de Março 2026

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Homem novo

Colunista *Paulo Eduardo

Homem novo
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A humanidade, ao mesmo tempo em que convive com um estrondoso avanço na ciência e tecnologia, se vê envolvida por uma desconcertante, mas real, mudança nas reações sociais que, inclusive, influenciam na saúde mental das pessoas.

São várias crises concomitantes que denominamos de crise política, crise econômica, crise na educação, crise na família, mas que na verdade é uma só porque vivemos uma grande crise ética, que mais corretamente deve ser chamada de crise moral.

Neste momento de conturbação social a ética e a moral têm servido para justificar atitudes antiéticas, imorais e, não raro, até ilegais. Parece que encenamos a famosa lenda de Fausto, imortalizada pela versão da tragédia de Johann Goethe, quando o personagem central, em breves palavras, faz um pacto com o mal para fazer prevalecer seus interesses justificando seus desvaneios atitudinais na ética e na moral.

Aparentemente, esse arquétipo tem sido decisivo para consubstanciar o momento atual, mas merece ser contraditado na ótica de uma lição que é para todos e para sempre que diz que devemos amar ao próximo como a si mesmo.  Sob esse enfoque, sem nenhuma dúvida, teríamos um amenizar de ânimos diminuindo a busca incessante do ter em detrimento do ser e a prevalência do sentimento de amor universal que se manifesta no respeito, na compreensão e no auxílio mútuo.

 Enfim, os conflitos, as inquietações, que agasalham o íntimo das pessoas certamente diminuiriam dando início a uma pessoa nova, livre da escravidão que prende ao egoísmo, a vaidade, ao orgulho, ou seja, livre e liberta para o bem viver.

Indistintamente, todos vivem momentos de grande importância para a sua evolução individual e coletiva do planeta. Estamos tendo a oportunidade fecunda de nos libertarmos dos nossos egos e vivermos nossa transformação moral.

Para tanto, como disse Alessandra Uzêda em Espiritualidade & Reforma Íntima – Coleção Refletir, é de se lembrar que “a boa conduta do ser exige esforço contínuo e educação de nossas vontades mais imediatas que têm sua origem nos pensamentos, e das nossas emoções, cuja origem está em nossos sentimentos.  Educar pensamentos e sentimentos por meio do esclarecimento e do amadurecimento se constitui a chave para abrir as portas do coração do novo homem que desponta para viver em um mundo de Regeneração”, portanto, mais justo e perfeito.

A oportunidade está posta e fica o convite para que cada qual escolha o seu caminho na busca do homem novo.

 *Governador 2006/2007 do Distrito 4430 de Rotary International.

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