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Domingo, 15 de Março 2026

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Direito de resposta e de (legítima) defesa:

Homem: quer saber como “acabar com o dia” dela?

Direito de resposta e de (legítima) defesa:
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Minha coluna anterior, intitulada “Mulher: como ‘acabar com o dia’ dele”, gerou profundo desconforto entre os membros do (outrora) chamado “sexo forte”. Queixaram-se de que eu tinha dado a elas uma arma de forte impacto, a ser usada contra eles...!

Ora, eu apenas lhes disse que – se quisessem fazer seu homem ter um dia de cão – não adiantava brigar, gritar, xingar e coisas do tipo, porque, tendo “ouvido seletivo”, homem ouve o que quer! Em vez disso, quando ele estivesse saindo de casa, apenas lhe dissesse, com a voz mais tranquila possível: “quando voltar, à noite, quero ter uma conversa com você!”

Só isso...!

Entretanto, como, com base na Lei de Imprensa, exigiram direito de resposta, e também de defesa, aí vai uma arma à altura daquela!

De início, duas considerações são necessárias. A primeira é lembrar que Homem e Mulher, embora iguais como Seres Humanos, têm Natureza diferente. A segunda decorre dessa primeira: um antigo preceito latino afirma: “agire secto esse” – o agir segue o ser – o que quer dizer que também o comportamento dele é totalmente diferente do dela! Em situações idênticas, ele e ela apresentam reações diversas...

Conclusão: não dá para aplicar para ele aplicar o mesmo procedimento recomendado para ela.

Imagine que, à hora em que estiver saindo de casa, ele diga as mesmas palavras: “Quando voltar, à noite, quero ter uma conversa com você!”

Sem sombra de dúvida – ou de variação – a reação dela será: “Quando voltar, não. É AGORA!

E se ele alegar que está atrasado, para um compromisso, ela, barrando sua passagem, mãos na cintura, bravejará: “O senhor não sai daqui sem falar!”

Então, o caminho é outro. Aí duas armas podem ser usadas: de menor ou de maior poder ofensivo. A primeira consiste apenas em perguntar a ela, olhando no fundo dos olhos: “Por que você é assim?”

O turbilhão de ideias que assolarão sua mente é inimaginável! “Como assim?”; “Eu sou assim como?”; “O que ele quer dizer com isso?”; “Qual o sentido de ‘assim’?” e por aí afora...

A outra arma destruidora, embora simples, tem requintes de crueldade! Ele só precisa se manter calmo, deixar que ela xingue, grite, ofenda... e, quando ela for respirar (mulher à beira de um ataque de nervos também respira), ele a nocauteia com uma só palavra: “Gorda!”

Se for gorda, ela ficara arrasada. Se não for, ficará preocupada... e derrotada!

* JB Oliveira, Consultor, comunicador, jornalista, palestrante , e-mail: jboliveira@jbo.com.br

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