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Dies Irae

Colunista Paulo Eduardo de Barros Fonseca

Dies Irae
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É com estranha aparente naturalidade que a população tem recebido as notícias veiculadas pela mídia relatando atos de violência, fruto espúrio da ignorância humana, inclusive com requintes de crueldade, notadamente, contra a vida humana.

A vida humana, sob as mais diversas desculpas, tem sido menosprezada na sua importância. Todos os dias fatos se sucedem que nos violentam moral e, por vezes, fisicamente. Parece que o homem não respeita mais o homem ... Mata por míseras moedas ou por fúteis motivos. Os adolescentes, quase crianças, são cooptados pela criminalidade. O senso moral comum já alcançado pela humanidade parece perder lugar para aqueles que ainda são dominados por meros instintos.

Vivemos verdadeiros dias de ira!

Essa constatação decorre de alguns fatores, dentre os quais, o silêncio dos homens de bem.

 
Mas, como o mal é apenas aparente e é a minoria quem faz barulho, no momento oportuno, há de prevalecer o sentimento de amor que inevitavelmente conduz a harmonia e ao bom viver.

Para tanto, a humanidade, que no último século vivenciou um enorme crescimento científico e tecnológico, agora deve empreender esforços em relação ao crescimento moral, inclusive preparando as novas gerações, resgatando e colocando em prática os valores éticos, que representam os princípios gerais que devem orientar as pessoas em seu convívio social. 

Liberdade, igualdade e fraternidade deveriam ser os ideais a influenciar todas as pessoas e nações, porém a humanidade ainda segue buscando uma dita supremacia, esquecendo-se de ser fraterna, para poder conviver com e em liberdade e igualdade, enfim, respeitando-se. Ora, é senso comum o entendimento no sentido de que a ética nasce da compreensão de que se as ações de um indivíduo afetam diretamente a outro, essas ações podem afetar para o bem ou para o mal. 

Mais uma vez, aparentemente se esquecem os homens que os valores universais pregados e praticados por Jesus, sobretudo de amor ao próximo, modificaram aspectos culturais sociais, políticos e econômicos da humanidade e nos ajudam na construção do nosso próprio futuro - individual e coletivamente - e são relevantes na medida em que se busca compreender a melhor maneira de tornar a sociedade mais justa e perfeita.

Orai e vigiai, é o reiterado alerta da espiritualidade. 

Portanto, “que o Mestre do Amor lhe ensine que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência...” (Augusto Cury, poema Mestre dos Mestres).

Paulo Eduardo de Barros Fonseca

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