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Dia do Datiloscopista - 5 de fevereiro

Datiloscopista é o especialista em realizar a identificação de pessoas através do reconhecimento de impressões digitais

Datiloscopista é o especialista em realizar a identificação de pessoas através do reconhecimento de impressões digitais. Pessoa especializada em datiloscopia. Datiloscopia é o processo de identificação humana através das impressoes digitais. A datiloscopia pode ser dividida em civil, criminal, antropologica e clínica: civil: objetiva identificar pessoas para fins civis, para expedição de documento, etc.; criminal: identifica pessoas indiciadas em inqueritos, a fim de garantir a real identidade do acusado; antropologica:estuda raças e agrupamentos humanos; clínica:estuda as perturbações que se notam nos desenhos paipilares como consequencia de certas enfermidades ou exercicios de profissões.

Datiloscopistas são servidores públicos, investidos no cargo em decorrência de lei, vinculados a órgãos policiais, que recebem formação específica e que detêm atribuição para a realização de perícias papiloscópicas, necropapiloscópicas (com a elaboração dos correspondentes laudos), retrato falado, exame prosopográfico, coleta, análise, classificação, revelação, confronto e arquivamento de impressões papilares e de seus fragmentos em locais de crime. 2. Elaboram estatísticas criminais, realizam a identificação humana de vivos e de cadáveres e a identificação de criminosos, emitem certidões de antecedentes criminais, etc. ou seja, atuam nas esferas civil e criminal, indistintamente.

A identificação humana por meio das impressões papilares é prerrogativa fundamental na competência dos órgãos e institutos de identificação das unidades da federação. Estes órgãos possuem especialistas na ciência papiloscópica, capazes de referendar cientificamente e juridicamente a identidade de uma pessoa por meio das impressões digitais, fortalecendo as ações de processo civil e de persecução penal.

Datiloscopia

Datiloscopia é o processo de identificação humana por meio das impressões digitais. A datiloscopia é uma das áreas da papiloscopia, que abrange ainda: a quiroscopia (identificação das impressões palmares); a podoscopia (identificação das impressões plantares); a poroscopia (identificação dos poros); e a critascopia (identificação das cristas papilares).

História

O primeiro sistema científico de identificação foi o Sistema Antropométrico, lançado em Paris por Alfonse Bertillon, em 1882. Em 1888, o inglês Francis Galton estabeleceu as bases científicas da impressão digital. Poucos anos mais tarde, em 1º de Setembro de 1891, Juan Vucetich apresentou seu sistema de identificação, com o nome de Icnofalangometria. O termo cunhado por Vucetich foi modificado por Francisco Latzina, em 1894, que sugeriu o nome datiloscopia, constituído por elementos gregos (da´ktylos, dedos) e (skopêin, examinar). A datiloscopia ganhou novo impulso com a adoção oficial desse sistema, em 1891, pela Scotland Yard.

Brasil

O introdutor da datiloscopia no Brasil foi José Félix Alves Pacheco. Nascido em Teresina em 1879, gradua-se em Direito no Rio de Janeiro. Aos 18 anos, vira repórter de O Debate. Trabalha no Jornal do Comércio. Não satisfeito, vira seu proprietário. Político influente, é eleito diversas vezes deputado federal. Em 1902, convence o presidente Rodrigues Alves a adotar a datiloscopia nos sistemas de identificação de civis e criminosos, desaparecidos e cadáveres. No decreto, que também cria o Gabinete de Identificação e Estatística, a impressão digital é considerada a prova mais concludente e positiva da identidade do indivíduo.Pacheco destaca-se também nas Letras, sejam elas técnicas ou poéticas: livros como O Problema da Identificação e A Reforma do Serviço Antropométrico dividem seu tempo com outros sobre Graça Aranha, Euclides da Cunha e traduções do poeta francês Baudelaire. Admirador de Cruz e Sousa, era amigo de parnasianistas e simbolistas. Em 1912 torna-se imortal da Academia Brasileira de Letras, vindo a falecer em 1935.

Impressão digital

Impressão digital, também conhecida pelo termo datilograma, é o desenho formados pelas papilas (elevações da pele), presentes nas polpas dos dedos das mãos, deixado em uma superfície lisa. As impressões digitais são únicas em cada indivíduo, sendo diferentes inclusive entre gêmeos univitelinos. Tal característica, chamada unicidade, as fazem serem utilizadas como forma de identificação de pessoas há séculos. As papilas são formadas durante a gestação e acompanham a pessoa até a morte, sem apresentar mudanças significativas. Esta propriedade é conhecida como imutabilidade. A impressão digital apresenta pontos característicos e formações que permitem a um perito (papiloscopista) identificar uma pessoa de forma bastante confiável. Tal comparação é também feita por sistemas computadorizados, os chamados sistemas Afis (Automated Fingerprint Identification System, Sistema de Identificação Automatizada de Impressão Digital).

Algumas pessoas, contudo, apresentam as pontas dos dedos lisas, o que caracteriza a chamada Síndrome de Nagali; nestes casos, a identificação é feita pela íris ou outra forma de identificação biométrica adequada. Em 2006, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Haifa, em Israel, anunciaram ter descoberto que tal síndrome é decorrente do mau funcionamento de uma proteína conhecida como cretin 14. A utilização de impressões digitais para identificar pessoas é utilizado desde a Antiguidade em diversos lugares, como Mesopotâmia, Turquestão, Índia, Japão e China, com o objetivo de autenticar documentos e selar acordos civis e comerciais. O primeiro sistema de identificação por impressões dgitais foi criado por Francis Dalton, com base em anotações anteriores de outros autores.

 

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Dia do Datiloscopista - 5 de fevereiro

Datiloscopista é o especialista em realizar a identificação de pessoas através do reconhecimento de impressões digitais. Pessoa especializada em datiloscopia. Datiloscopia é o processo de identificação humana através das impressoes digitais. A datiloscopia pode ser dividida em civil, criminal, antropologica e clínica: civil: objetiva identificar pessoas para fins civis, para expedição de documento, etc.; criminal: identifica pessoas indiciadas em inqueritos, a fim de garantir a real identidade do acusado; antropologica:estuda raças e agrupamentos humanos; clínica:estuda as perturbações que se notam nos desenhos paipilares como consequencia de certas enfermidades ou exercicios de profissões.

Datiloscopistas são servidores públicos, investidos no cargo em decorrência de lei, vinculados a órgãos policiais, que recebem formação específica e que detêm atribuição para a realização de perícias papiloscópicas, necropapiloscópicas (com a elaboração dos correspondentes laudos), retrato falado, exame prosopográfico, coleta, análise, classificação, revelação, confronto e arquivamento de impressões papilares e de seus fragmentos em locais de crime. 2. Elaboram estatísticas criminais, realizam a identificação humana de vivos e de cadáveres e a identificação de criminosos, emitem certidões de antecedentes criminais, etc. ou seja, atuam nas esferas civil e criminal, indistintamente.

A identificação humana por meio das impressões papilares é prerrogativa fundamental na competência dos órgãos e institutos de identificação das unidades da federação. Estes órgãos possuem especialistas na ciência papiloscópica, capazes de referendar cientificamente e juridicamente a identidade de uma pessoa por meio das impressões digitais, fortalecendo as ações de processo civil e de persecução penal.

Datiloscopia

Datiloscopia é o processo de identificação humana por meio das impressões digitais. A datiloscopia é uma das áreas da papiloscopia, que abrange ainda: a quiroscopia (identificação das impressões palmares); a podoscopia (identificação das impressões plantares); a poroscopia (identificação dos poros); e a critascopia (identificação das cristas papilares).

História

O primeiro sistema científico de identificação foi o Sistema Antropométrico, lançado em Paris por Alfonse Bertillon, em 1882. Em 1888, o inglês Francis Galton estabeleceu as bases científicas da impressão digital. Poucos anos mais tarde, em 1º de Setembro de 1891, Juan Vucetich apresentou seu sistema de identificação, com o nome de Icnofalangometria. O termo cunhado por Vucetich foi modificado por Francisco Latzina, em 1894, que sugeriu o nome datiloscopia, constituído por elementos gregos (da´ktylos, dedos) e (skopêin, examinar). A datiloscopia ganhou novo impulso com a adoção oficial desse sistema, em 1891, pela Scotland Yard.

Brasil

O introdutor da datiloscopia no Brasil foi José Félix Alves Pacheco. Nascido em Teresina em 1879, gradua-se em Direito no Rio de Janeiro. Aos 18 anos, vira repórter de O Debate. Trabalha no Jornal do Comércio. Não satisfeito, vira seu proprietário. Político influente, é eleito diversas vezes deputado federal. Em 1902, convence o presidente Rodrigues Alves a adotar a datiloscopia nos sistemas de identificação de civis e criminosos, desaparecidos e cadáveres. No decreto, que também cria o Gabinete de Identificação e Estatística, a impressão digital é considerada a prova mais concludente e positiva da identidade do indivíduo.Pacheco destaca-se também nas Letras, sejam elas técnicas ou poéticas: livros como O Problema da Identificação e A Reforma do Serviço Antropométrico dividem seu tempo com outros sobre Graça Aranha, Euclides da Cunha e traduções do poeta francês Baudelaire. Admirador de Cruz e Sousa, era amigo de parnasianistas e simbolistas. Em 1912 torna-se imortal da Academia Brasileira de Letras, vindo a falecer em 1935.

Impressão digital

Impressão digital, também conhecida pelo termo datilograma, é o desenho formados pelas papilas (elevações da pele), presentes nas polpas dos dedos das mãos, deixado em uma superfície lisa. As impressões digitais são únicas em cada indivíduo, sendo diferentes inclusive entre gêmeos univitelinos. Tal característica, chamada unicidade, as fazem serem utilizadas como forma de identificação de pessoas há séculos. As papilas são formadas durante a gestação e acompanham a pessoa até a morte, sem apresentar mudanças significativas. Esta propriedade é conhecida como imutabilidade. A impressão digital apresenta pontos característicos e formações que permitem a um perito (papiloscopista) identificar uma pessoa de forma bastante confiável. Tal comparação é também feita por sistemas computadorizados, os chamados sistemas Afis (Automated Fingerprint Identification System, Sistema de Identificação Automatizada de Impressão Digital).

Algumas pessoas, contudo, apresentam as pontas dos dedos lisas, o que caracteriza a chamada Síndrome de Nagali; nestes casos, a identificação é feita pela íris ou outra forma de identificação biométrica adequada. Em 2006, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Haifa, em Israel, anunciaram ter descoberto que tal síndrome é decorrente do mau funcionamento de uma proteína conhecida como cretin 14. A utilização de impressões digitais para identificar pessoas é utilizado desde a Antiguidade em diversos lugares, como Mesopotâmia, Turquestão, Índia, Japão e China, com o objetivo de autenticar documentos e selar acordos civis e comerciais. O primeiro sistema de identificação por impressões dgitais foi criado por Francis Dalton, com base em anotações anteriores de outros autores.

 

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