Nos últimos anos, o termo burnout deixou de ser apenas uma palavra técnica e passou a fazer parte da vida de muita gente. Eu mesma vivi isso na pele. O esgotamento não chegou de repente, foi se acumulando entre a rotina de trabalho, as cobranças, o perfeccionismo e a falta de pausa. Até que o corpo e a mente começaram a pedir socorro.
Foi nesse período que nasceu o meu primeiro livro, “Uma conversa com as emoções”, que será lançado no próximo dia 14 de outubro. Ele começou como um exercício íntimo de escrita, uma tentativa de organizar o que eu sentia. Mas, aos poucos, percebi que aquele desabafo pessoal podia se transformar em algo maior: um convite ao diálogo sobre o que muitas vezes deixamos de nomear - a tristeza, a ansiedade, o medo, a alegria.
O livro é um espaço de acolhimento. Um lembrete de que cuidar de si não é egoísmo, é sobrevivência. Que sentir cansaço, raiva ou angústia não é sinal de fraqueza, mas de humanidade. E que, quando falamos sobre o que sentimos, abrimos caminhos para a cura.
Mais do que uma leitura, quis criar uma experiência. Por isso, o livro também é para colorir, permitindo que cada pessoa interaja com o conteúdo, respire, reflita e se reconecte consigo mesma.
Hoje, entendo que o burnout não é um fracasso individual, mas o reflexo de uma sociedade que ainda valoriza a exaustão. Romper com isso é um ato de coragem.
E é dessa coragem que nasce o meu livro e o desejo de seguir conversando sobre emoções, autocuidado e humanidade.
Meu nome é Aline Teixeira e se quiser continuar essa conversa comigo, me siga nas redes sociais @alineteixeira.oficial.
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