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Domingo, 28 de Junho 2026
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Amor sem medida

Colunista *Paulo Eduardo de Barros Fonseca

Amor sem medida
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Em algumas ocasiões, por mais que se discorra sobre algum assunto, nos faltam palavras para que possamos expressar nossos sentimentos.

Isso é o que acontece quando falamos sobre as Mães, fontes renovadoras e reveladoras da vida, já que a humanidade, pelo dom divino, se renova em seus ventres.

Assim, para homenagem a minha mãe e a todas as mães, me socorro da sensibilidade emoldurada na poesia “Coração de Mãe”, de Antonio Costta, que nos diz que o “Coração de mãe é algo inexplicável. Tem um mistério, um segredo escondido, que somente Deus, que o tem concebido, pode fazê-lo notório, afável. Pois a sua grandeza é quase inefável, mesmo que não seja correspondido, mesmo sangrando, peito ferido, seu amor ao de Deus é comparável! Coração de mãe é eterno aconchego. É carinho e amor e tão doce apego que igual não existe em lugar nenhum. Abrigo seguro, o melhor dest’lida, ele nunca se enche, é amor sem medida… Coração de mãe sempre cabe mais um!”.

Esse também é o sentimento de Carlos Drummond de Andrade, na poesia “Para sempre”, ao lembrar que “... mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não se apaga quando sopra o vento e chuva desaba. ...”.

Talvez por se alinhar a esses motivos que Mario Quintana, na poesia Mãe, tenha dito que “Mãe… São três letras apenas as desse nome bendito. Também o céu tem três letras e nelas cabe o infinito. Para louvar nossa mãe, todo o bem que se disser, nunca há de ser tão grande, como o bem que ela nos quer. Palavra tão pequenina, bem sabem os lábios meu que és do tamanho do céu e apenas menor que Deus!”

Mas, sob qualquer aspecto, é certo que ser mãe é ser a razão da existência de toda pessoa! Essa responsabilidade indelegável persiste por toda existência, porque ao ser mãe a mulher, ainda que instintivamente, vê nascer em si um enorme sentimento de doação, abnegação e mesmo devotamento em relação àquela criatura que depende do seu amor e da sua segurança.

Isso, e muito mais, encontramos em cada mãe, em nossas mães, fontes sublimes de amor que neste plano vibratório, inegavelmente, representam a marca de Deus!

Assim, homenageando todas as mães, invocamos a Mãe Santíssima, mãe de Jesus e nossa, porque mãe espiritual de toda humanidade, com a mensagem que carinhosamente nos foi ofertada pelo Irmão ALPE, ao proferir a seguinte oração: “Ave Maria cheia de graça, bendita és entre os anjos. Infiltra em cada alma a doçura do teu amor.  Faze de cada coração um tabernáculo de fé e de amor em honra a teu filho Jesus”.

​​     Salve Maria ... Salve todas as Mães!

 

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