Em sua jornada, Jesus reuniu inúmeras pessoas em torno de sua generosa mensagem, que foi e é capaz de transformar vidas, mentes e espíritos.
Muitos foram os discípulos que seguiam Suas pegadas e com Ele aprenderam lições de amor. No entanto, dentre todos os discípulos, Jesus escolheu doze apóstolos, enquanto aqueles que com Ele teriam uma relação mais íntima e seriam os embaixadores da Boa Nova.
Aparentemente num gesto simbólico, escolheu doze apóstolos - Simão, também chamado de Pedro; André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu; o seu irmão João – o discípulo amado de Jesus; Filipe; Bartolomeu, também chamado de Natanael; Tomé; Mateus; Thiago, filho de Alfeu; Judas Tadeu; Simão Zelote e Judas Iscariotes –, a representar as doze tribos do povo de Israel referidas no Antigo Testamento.
Interessante destacar que o chamamento de Jesus aos seus discípulos aconteceu sem qualquer contestação ou pedido para reflexão. Ao serem convocados todos, indistintamente, sem nada perguntar ou argumentar, seguiram-no. Isso evidencia Sua autoridade, sobretudo moral, perante aqueles homens.
Durante toda trajetória e convívio, os apóstolos foram aconselhados, advertidos, censurados, repreendidos amorosamente, mas, essencialmente, preparados para darem seqüência ao trabalho que então se iniciava e que atualizava a moral porque fundado no amor, no perdão e na caridade, bem como na sobrevivência da alma.
E foi exatamente nessa seqüência que os Apóstolos transmitiram e exemplificaram a mensagem de Jesus, sempre tendo claro em seus corações que nada deveriam temer porque, ante das dificuldades e dos desafios do cotidiano, o espírito prevalece sobre a matéria.
Os apóstolos, homens simples e rudes, entenderam, seguiram, ensinaram e exemplificaram o ensinamento: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”.
Todos, como os apóstolos, também podem fazê-lo!!!!
*Governador 2006/2007 do Distrito 4430 de Rotary International.
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