A última reunião presencial da Academia Paulista de Letras na sua sede do Largo do Arouche foi na noite de 12 de março de 2020, posse da acadêmica Maria Adelaide Amaral.
Depois disso, a pandemia impediu os encontros, mas a APL não perdeu uma só quinta-feira: reuniu-se virtualmente.
Houve significativa adesão dos seus membros, que se familiarizaram com a internet e tornaram as sessões muito atrativas e interessantes. Inclusive com alguns convidados que trocaram ideias e trouxeram substancioso diálogo para o ambiente acadêmico.
O encerramento das atividades foi um almoço no La Casserole, o tradicional restaurante francês do Largo do Arouche, sempre escolhido para as sessões festivas da Academia. Marie, que é amiga de longa data, preparou menu especial: entrada com torta folhada de cogumelos Paris, mais salada de folhas verdes.
O prato principal tinha três opções: peixe do dia, puré de batata ao wasabi, crispy de alho porró, ou strogonoff de filé mignon, arroz e batata palha, ou risoto de cevadinha, legumes tostados, chips de mandioquinha.
Para a sobremesa, profiteroles ou pera cozida ao vinho tinto e cassis.
Estiveram presentes os acadêmicos Roberto Duailibi, José Pastore, Celso Lafer, Antonio Penteado Mendonça, Leandro Karnal, Raul Cutait, Renato Nalini, José de Souza Martins, Raul Marino, Synésio Góes, Rubens Barbosa, Júlio Medaglia, Michel Temer, Ignácio de Loyola Brandão, Maria Adelaide Amaral, Paulo Nathanael Pereira de Souza, José Fernando Mafra Carbonieri, Betty Milan, recém-eleita com 36 votos, para a vaga de Célio Salomão Debes e Dom Fernando Antonio Figueiredo, que fez uma introdução lembrando os acadêmicos da proximidade do Natal e o que essa data significa para a Cristandade, na qual estamos todos integrados.
Alguns flagrantes da agradável reunião dos imortais bandeirantes.