Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 17 de Junho 2026
Notícias Colunistas

A magia de ser avô

Uma das coisas que sempre ouvi as pessoas dizerem é que não havia nada melhor do que ser avô.

A magia de ser  avô
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Uma das coisas que sempre ouvi as pessoas dizerem é que não havia nada melhor do que ser avô. Como uma pessoa que não leva muito a sério o que é papo corrente ou dito popular, eu via essas manifestações com um certo ceticismo até por que sou um pai muito feliz de duas jóias raras. Eu preferia ver para crer.

Deus que, nessa vida, foi sempre muito generoso comigo, me fez avô aos 61 anos, de uma bela garotinha. Devo confessar que desde que a vi pela primeira vez passei a desfrutar de um sentimento que julgava nunca ter experimentado antes. Eu nunca havia experimentado isso antes ou havia esquecido do que sentia quando do nascimento dos meus filhos!

Passei então a levantar as razões por que sempre que a tenho por perto ou que vejo as suas fotos e pequenos filmes, o meu olhar brilha e o ar de felicidade fica estampado em minha face. Qual ou quais as diferenças que me fazem ser esse ser quase patético que se dobra diante de tão pequenino ser.

Não vou cair no lugar comum e dizer que agora não tenho as mesmas responsabilidades que seus pais e que quando me canso posso deixá-la com quem tem essa incumbência. Com certeza existem outras razões.

Passadas mais de três décadas, evidentemente vejo a vida de outra forma e vivencio condições distintas daquelas de quando fui pai, e, julgo, são essas as razões que tornam tudo diferente.

Quando somos pais estamos num período de nossa vidas em que ficamos absorvidos pelo nosso trabalho e pela necessidade de afirmação como seres adultos. Os filhos dividem o espaço com essas grandes preocupações. As inquietações de então hoje não existem mais.

Um outro aspecto relevante é que nesta atual fase de nossa existência, depois de tudo que experimentamos, temos um melhor entendimento do que seja a vida e do valor que ela tem e, sendo assim, ao olharmos aquela criança constatamos a maravilha do que foi o seu nascimento e quão magnífico é cada progresso conquistado.

Outra razão, de certa forma mais evidente, é que nesta altura da vida somos orientados menos pela razão e mais pela emoção e a nossa emotividade aflora diante destes bebês dotados de muita ternura.

Mas, devo destacar, que a minha experiência de avô teve um algo a mais que não se prende diretamente à figura da minha neta, mas sim na de sua mãe. Me comove, e me orgulha ver a devoção e carinho que minha filha tem  com sua primogênita. Mais ainda me traz um sentimento de profundo contentamento o quão feliz e radiante ela está como mãe.

Eu sou um avô e pai muito feliz. Obrigado meu Deus

* Pai e Avô

General Eduardo Diniz

+ Lidas

Nossas notícias no celular

Receba as notícias do Semanário ZN no seu app favorito de mensagens.

Telegram
Whatsapp
Entrar

Veja também

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR