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Sábado, 27 de Junho 2026
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A energia que irradiamos

Colunista Paulo Eduardo de Barros Fonseca

A energia que irradiamos
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Quando nos colocamos como um cidadão do mundo, com quase 8 bilhões de seres encarnados, imaginamos que somos tão pequenos que não podemos contribuir individualmente para seu aperfeiçoamento, sua evolução. Mais ainda, quando nos imaginamos em pleno espaço sideral, dependendo do ângulo de visão, nosso planeta também pode ser considerado como um pequeno grão de areia na imensidão do universo. 

No entanto, na obra de Deus nada é insignificante e cada pessoa, de algum modo, pode afetar e afeta pessoas e circunstâncias que acontecem em outro local.  

Aliás, os conceitos básicos da física explicam que ao injetarmos impressões acerca de nós mesmos estimulamos energias que irradiam e interagem. Baseado nisso, se o universo pode ser considerado como um espelho, o ser humano é um componente energético com interfaces com a natureza e os demais seres da criação.  

Decorrência lógica disso é a compreensão de que sempre é hora do despertar, da busca do conhecimento e do reconhecimento de que a inteligência suprema do universo e causa primária de todas as coisas, a qual chamamos de Deus, tudo ordena e coordena. De fato, ao nos colocarmos em sintonia com nossa vida constatamos que diariamente nos é dada a oportunidade de transformarmos negatividade em positividade. A energização que nos envolve e que irradiamos depende apenas da nossa atitude mental e na sua aplicação prática nos nossos atos e atitudes. 

Daí ser plausível afirmar que cada pessoa pode ser e fazer a diferença a partir de si mesma. Isso dentro de um contexto maior e mais complexo, porque individualmente todos somos importantes para a construção de uma sociedade, de um mundo, mais justo e perfeito.  

No exercício pleno do livre-arbítrio, sempre é hora do despertar para o fato de que a escolha é individual, mas cria consciência do potencial para empreender uma mudança no mundo a partir da sua reforma íntima. 

O apostolo Paulo, em 1 Coríntios 15:44-47, já alertou de que, na medida em que temos a perfeita noção do viver material e espiritual, essa busca deve ser intensa, porquanto: “Semeia-se corpo animal, é ressuscitado corpo espiritual. Se há corpo animal, também há o espiritual. Assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o animal, depois espiritual. O primeiro homem é da terra, é terreno; o segundo homem é do céu.”. 

Assim, como seres espirituais em constante evolução devemos buscar sem egoísmo a melhoria do “eu”..., do eu amor, do eu caridade, do eu compreensão, do eu fraternidade, enfim, do eu nós, para que possamos, ainda na matéria, despertar um grande e forte elo de luz que a todos vai vincular definitivamente, porque estaremos desde já unidos e reunidos espiritualmente e, por consequência, mais próximos da Energia que une e rege o universo. 

Paulo Eduardo de Barros Fonseca 

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