A democracia é um regime de governo em que todas as importantes decisões políticas estão com o povo, que elegem seus representantes por meio do voto.
Uma das principais funções da democracia é a proteção dos direitos humanos fundamentais, como as liberdades de expressão, de religião, a proteção legal, e as oportunidades de participação na vida política, econômica e cultural da sociedade. Os cidadãos têm os direitos expressos e os deveres de participarem no sistema político que vai proteger seus direitos e sua liberdade.
A história democrática no Brasil é extremamente curta. Ela surgiu, inicialmente, no governo de Getúlio Vargas, entre os anos de 1934 e 1937. Em 1945, houve nova tentativa de retomada do processo democrático, que durou até 1964.
Apesar dos avanços, as mulheres brasileiras só puderem exercer o direito do voto e de serem votadas pela primeira vez na história do Brasil, durante a Assembleia Nacional Constituinte. Isso só foi possível a partir do Código Eleitoral de 1932, decretado durante o governo provisório de Getúlio Vargas.
O voto feminino no Brasil remonta a décadas de lutas feministas pela equiparação de direitos entre homens e mulheres e foi reivindicado, inclusive, antes da Proclamação da República.
A partir daí as mulheres foram conquistando os seus espaços na política
brasileira. Dilma Roussef foi a única mulher da história a ser eleita presidente da República, em 2011.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Câmara dos Deputados elegeu 91 mulheres deputadas federais, o maior número registrado desde 2002.
As mais votadas foram: Bia Kicis (PL), no Distrito Federal; Daniela do Waguinho (União Brasil, no Rio de Janeiro, Caroline de Toni (PL), em Santa Catarina; Natália Bonavides (PT) , no Rio Grande do Nor Yandra de André (União Brasil), em Sergipe; Silvye Alves (União Brasil), em Goiás; Dra Alessandra Haber (MDB), no Pará; Socorro Neri (PP), no Acre; e Detinha (PL), no Maranhão.
É a força da mulher na política brasileira!
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