Desde priscas épocas acontecem as celebrações do dia das mães. Na Grécia antiga as homenagens eram feitas por ocasião da primavera na intenção de Rhea, mulher de Chronos, mãe dos Deuses. Por volta do ano 250 antes de Cristo, em Roma, as festas eram dedicadas a Cybele, mãe dos deuses romanos. No século 17, com o início da Idade Moderna, na Inglaterra, a data era celebrada no 4° domingo da quaresma quando os servos tinham um dia para regressarem para casa e passar esse dia com sua mãe. Em 1910, nos EUA, fomentada por Anna Jarvis, a igreja de Garfton realizou seu primeiro dia das mães, reunindo família e amigos.
Nos dias de hoje, muitos comemoram a data, certamente em respeito, louvor e honra àquela que, de fato, é a razão da existência de cada ser.
Não fosse o ventre materno: o homem não seria gerado.
Não fosse o peito materno: o homem não receberia seus primeiros alimentos e calor no mundo exterior.
Não fosse a mão materna: o homem não teria segurança para iniciar seus primeiros passos.
Não fosse a voz materna: o homem não receberia as primeiras e fundamentais lições que servem para toda sua existência.
Não fosse a figura da mãe e o homem não teria protegida sua descendência.
Não fosse a mãe: a família não estaria reunida, como um só rebanho.
Isso, e muito mais, encontramos em cada mãe, em nossas mães... fontes sublimes de amor.
Assim, homenageando todas as mães, invocamos a Mãe Santíssima, mãe de Jesus e nossa, porque mãe espiritual de toda humanidade, com a mensagem que carinhosamente nos foi ofertada pelo espírito do Irmão Alpe, ao proferir a seguinte oração:
“Ave Maria cheia de graça, bendita és entre os anjos.
Infiltra em cada alma doçura do teu amor.
Faze de cada coração um tabernáculo de fé e de amor em honra a teu filho Jesus”.
Salve Maria... Salve todas as Mães.