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T.O.D.

É o transtorno opositor desafiador

T.O.D.
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É o transtorno opositor desafiador que ocorre durante a infância com comportamentos de raiva, desobediência, vingança, agressividade e desafios com ressentimentos, incomodam os mais velhos, se irritam com facilidade com outras crianças e adultos, apresentam muita teimosia e frequente hostilidade, sentem raiva frequentemente, intolerância à frustração, desrespeito com os outros.


As causas podem ser várias, desde uma personalidade herdada, falta de atenção, abusos sofridos, ameaças com agressividade, perdendo a calma facilmente, não assumindo os erros, sendo ate malvado às vezes.

Não confundir com egocentrismo ou birra, que faz parte do desenvolvimento infantil, devendo ser orientado com autoridade, limites e disciplina de um lado e de outro com carinho, diálogo, atenção, respeito e amor.


A criança aprende por observação ou imitação e se na família os comportamentos são agressivos e sem limites, a criança aprendera esses comportamentos. Prestar atenção nas atitudes como crueldade com animas e pessoas, com mentiras e desobediência, se opondo a tudo, pode desenvolver o TOD.


No adulto esses comportamentos podem permanecer, desafiando e se opondo a tudo e a todos, tendo alto grau de justiça, desenvolvendo personalidade querelante, fazendo da lei sua arma e o fórum seu campo de batalha. 
Discute com frequência com autoridades, desafia regras e instituições, encoleriza-se com frequência, se achando dono da verdade e do mundo, muitas vezes convencendo multidões. Culpa os outros pelos seus próprios erros, não assumindo responsabilidades. 


Podendo chegar a transtornos de conduta e personalidade, se tornando até perigosas.


O tratamento pode ser medicamentoso com terapia infantil, e com orientação à família e professores. No adulto psicoterapias com medicamentos são indicadas.

Pode ocorrer junto com outros transtornos como TDAH, TEA, TOC, precisando ter um diagnostico neuropediatrico para melhor indicação do tratamento multiprofissional.


Algumas dicas:
Seja exemplo para o seu filho.
Elogie os bons atos.
Seja firme com ternura.
Dialogue com argumentos.
Seja democrático com autoridade,
O amor próprio é o melhor remédio para amar o próximo.

Marco Antonio Garcia
          Psicólogo Clinico

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