São Paulo abriu alas e entrou oficialmente no ritmo do Carnaval 2026. Em uma cerimônia marcada por simbolismo, alegria e celebração da cultura popular, o prefeito Ricardo Nunes entregou a Chave da Cidade à Corte do Carnaval, na Fábrica do Samba, selando o início da maior festa popular do Brasil na capital paulista.
Com o gesto, a cidade passa simbolicamente às mãos do Rei Momo André Luiz Alves, da Rainha Pamela Lacerda e das princesas Victoria Santos e Letícia Carolino. A entrega da chave representa mais do que o começo dos desfiles: é o sinal verde para dias de samba, diversidade, encontro e celebração que tomam o Sambódromo do Anhembi e as ruas de todas as regiões da cidade.
Durante a solenidade, Ricardo Nunes ressaltou a importância do Carnaval para a identidade, a economia e a vida cultural de São Paulo. “A festa é construída por milhares de pessoas e reflete a pluralidade da capital. O Carnaval paulistano é feito por quem cria, trabalha e vibra com o samba, e que a entrega da Chave da Cidade simboliza o reconhecimento desse esforço coletivo”, comentou o prefeito.
O Rei Momo é jovem André Luiz Alves, de apenas 25 anos. Ele destacou que a cidade está aberta para todos que desejam aproveitar a festa, celebrando o samba, os blocos, o esporte e as múltiplas manifestações culturais, sempre com respeito, responsabilidade e amor.
Este ano, 32 escolas de samba, entre Grupo Especial e Grupos de Acesso, estão prontas para protagonizar um espetáculo que deve emocionar cerca de 350 mil pessoas no Sambódromo e gerar mais de 25 mil empregos diretos e indiretos.
E a festa não se limita ao Sambódromo. Nas ruas, São Paulo confirma seu posto de maior Carnaval do Brasil. Estão previstos 627 blocos espalhados por todas as regiões da cidade, com expectativa de reunir 16,5 milhões de foliões. A folia deve gerar cerca de 50 mil empregos e movimentar aproximadamente R$ 3,4 bilhões na economia paulistana.
A Prefeitura montou uma grande operação integrada. No Sambódromo, atuam mais de 860 agentes da Guarda Civil Metropolitana, com apoio de câmeras do programa Smart Sampa. Em toda a cidade, o esquema envolve mais de 58 mil profissionais de segurança, além de 40 mil câmeras e drones de monitoramento.
A rede municipal de saúde também foi reforçada para os dias de folia, com hospitais, UPAs e AMAs funcionando 24 horas, além de postos médicos espalhados pelos principais pontos da festa. Equipes especializadas estarão de prontidão para atender os foliões.
A mobilidade urbana recebeu atenção especial, com linhas de ônibus extras, circulação noturna ampliada e milhares de agentes da CET e da SPTrans atuando na organização do trânsito. Após os blocos, entra em cena a limpeza urbana, com equipes e veículos mobilizados para manter a cidade limpa.
Ricardo Nunes destacou que o objetivo da gestão é fazer de São Paulo não apenas o maior, mas também o melhor Carnaval do Brasil — um evento marcado pelo respeito, pela diversidade e pelo cuidado com as pessoas.
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