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Sexta-feira, 01 de Maio 2026
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A nossa Polícia Militar

Colunista *Percival de Souza

A nossa Polícia Militar
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Os 130 de 1831... Feijó e Tobias... paulistas por mercê de Deus... aproximando-se dos seus 200 anos, a Polícia Militar, força pública, vive novos dias. Uma mulher, coronel Glauce Cavalli, impecável folha de serviços e formação profissional, como comandante-geral. Nunca havia acontecido antes. Momento histórico, repleto de muitos e merecidos elogios, que ela mais do que merece. Bem-vinda Glauce. Em continência! Simultaneamente, a corporação tornou-se alvo de uma saraivada de ataques. Os traiçoeiros, envoltos numa bolha que se pretende acadêmica, torturam a verdade para que a mentira lhes pareça conveniente. Tenho muito orgulho em possuir algumas das principais honrarias da PM, como as medalhas Tobias de Aguiar e do sesquicentenário, dos centenários Regimento Nove de Julho e primeiro Batalhão de Choque, bombeiro honorário, além de professor emérito da Escola de Formação de Soldados e docente no Curso Superior de Polícia, imprescindível na formação de coronéis. Sinto-me qualificado, na obrigação e no dever, para defender a sua honra. Essas medalhas são tão importantes para mim como a medalha do Pacificador, que recebi do Exército Brasileiro.

Conheço a nossa PM por dentro. Nela estão alguns dos meus melhores amigos, vários saudosos e presentes. Que é a PM? Uma tropa de 82.500 homens e mulheres, a maior das PMs brasileiras, um centro de operações (Copom, 190) que recebe cerca de 45 mil chamadas por dia e uma eficácia indiscutível para cumprir a determinação constitucional (artigo 144) de ostensivamente preservar a ordem pública. A preocupação em qualificar-se sempre para melhor, tem registro no começo do século passado, quando aqui esteve uma missão do Exército da França. Tudo isso, e muito mais, parece pouco para a turba portadora da cegueira deliberada. Basta olhar para a tropa que cobre todo o estado de São Paulo, chamada quase 50 mil vezes por dia, e comparar esses números tão significativos com episódios pontuais, que a própria corporação os repudia.

Os críticos nunca entraram num quartel ou sentiram a emoção de estar numa viatura que sai velozmente com sirenes abertas para atender ocorrência grave e que pode ser recebida a tiros. Não conhecem o criminoso atual, este sim implacavelmente letal. Aprendam, deficientes visuais: se a força sem o direito é uma estupidez, da outra face da moeda o direito sem a força é uma palavra inútil. Escolham.

*Jornalista e escritor

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