O envelhecimento é algo inseparável da vida humana. Nascemos, crescemos e vamos envelhecendo ao longo dos anos.
A imagem que temos dos idosos vem mudando devido aos avanços tecnológicos na área da saúde, proporcionando uma elevação da expectativa de vida. O “novo idoso” é influenciado por hábitos saudáveis. Não é apenas com a saúde física que o idoso do século 21 está mais cuidadoso. Ciente de que o corpo e a mente estão muitos associados, eles buscam manter ambos em atividade, como voltar a estudar, fazer cursos de informática, hidroginástica, teatro, jardinagem. Diante disso, os programas para a Terceira Idade oferecem diferentes atividades cuja interação entre eles proporciona qualidade de vida e bem estar social.
Porém, apesar da modernidade, dos avanços e das conquistas, o idoso ainda enfrenta muitos preconceitos e são vítimas de indiferenças na sociedade. Quem nunca ouviu as seguintes frases: “Isso é coisa de velho!”, “Não liga não! Ele está velho!” entre outras expressões pejorativas.
Segundo o Estatuto do Idoso, aprovado pelo Governo do Brasil no dia 1º de outubro de 2003, o idoso não deve sofrer discriminação de qualquer natureza. O Estatuto ainda tem o objetivo de assegurar os direitos sociais do idoso, para assim promover sua autonomia, integração e participação efetiva na sociedade; a família, a sociedade e o Estado têm o dever de assegurar ao idoso todos os direitos da cidadania, garantindo sua participação na comunidade, defendendo a sua dignidade, bem-estar e direito à vida.
O Dia Nacional do Idoso, comemorado em 1º de outubro, é uma grande oportunidade para refletirmos e provocarmos a discussão sobre os direitos garantidos à população da Terceira Idade.