No dia 7 de setembro os brasileiros comemorarão 201 anos da Proclamação da Independência, um marco da história brasileira, pois foi o sonho dos inconfidentes e o desafio pátrio de dom Pedro I que, mesmo sendo português, houve por bem tirar o Brasil do domínio de Portugal.
Quem alertou dom Pedro I sobre os planos dos portugueses foi a imperatriz Maria Leopoldina. Ela, que estava no comando do País no Rio de Janeiro, do dia 13 de agosto de 1822 até o dia da Independência, convocou o Conselho de Estado para anunciar, com o aval de outros ministros, a separação entre Brasil e Portugal.
Leopoldina tomou essa decisão por conta das ameaças feitas por Portugal se o casal real não voltasse ao seu país. Então, juntamente a José Bonifácio, enviou um mensageiro a São Paulo para informar dom Pedro I.
O Dia do Fico representa um dos mais importantes passos rumo à Independência do País, o que aconteceu em 9 de janeiro do mesmo ano, 1822.
A Corte Portuguesa queria reverter o estatuto do Brasil novamente para colônia e estava exigindo que dom Pedro I voltasse imediatamente para Portugal. O Príncipe Regente relutou e não aceitou o pedido, proclamando a famosa frase: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico”. A expressão marcou aquele como o “Dia do Fico”, data posteriormente incorporada ao calendário brasileiro de datas comemorativas.
Os motivos que culminaram com a Independência, atualmente são meros relatos nos livros de História, que os alunos ouvem e esquecem.
Quando pensamos em 7 de setembro, lembramos imediatamente da independência.
Independência é sinônimo de ser livre.
A data tem o objetivo de manter na memória do povo a importância deste fato. Na ocasião, as escolas promovem desfiles pelas ruas da cidade, enquanto os alunos cantam os hinos da Independência e do Brasil.
Já as forças militares brasileiras – Marinha, Exército e Aeronáutica – também fazem apresentações especiais ao público como forma de homenagem.