Contrariando todas as expectativas (da esquerda), o candidato Jair Messias Bolsonaro lidera, com ampla margem, as previsões para o segundo turno da eleição presidencial. Nesse cenário, observamos a esquerda desorientada e em pânico, apelando para todos os expedientes, legais ou não. Por que?
Com certeza, ficar sem o poder de deter a Lava-Jato, barrando a ação do Ministério Público, seria preocupação bastante, que justificaria tudo que eles vêm fazendo para levar adiante essa missão praticamente impossível. A continuação da Lava Jato não só vai enterrar de vez as pretenções políticas dos chefes da quadrilha, Lula e José Dirceu, como vai fazer com que outros proeminentes atores venham a frequentar a temida República de Curitiba.
Mas a preocupação não é só essa. Um novo presidente, com o perfil de direita, representará a quebra de um ciclo iniciado a 30 anos atrás, com a social democracia, em que se visava a desconstrução daquela sociedade que era alicerçada em valores cristãos. Nesses 30 anos, a esquerda, por meio da máquina do Estado, mídia e universidades, desconstruiu toda nossa história, os valores da nação, atacou a família, a religião e as instituições e promoveu a cizânia colocando empregados contra patrões, negros contra brancos, homossexuais contra heterossexuais. Isto tudo com o objetivo maior de se estabelecer uma nova ordem que, aos poucos, vinha sendo assimilada pela sociedade.
Este período de quatro anos permitirá que alguns dos pilares tombados sejam colocados em pé, interrompendo essa marcha. Realmente este será um duro golpe para esta nossa Esquerda que tanto sonha em um dia ser como Cuba. Pasmem.
O que para eles será um retrocesso nesse avanço para a democracia plena (socialismo) representará a nossa redenção e retomada do caminho para uma real democracia, com liberdade, segurança, desenvolvimento, alternância de poder e o fim dos movimentos revolucionários.
A outra preocupação que têm e que, não é menos importante, haja vista a sua avidez pelo dinheiro ganho de forma fácil, é relacionada à perda das chamadas boquinhas na administração federal, o que fará com que milhares de beneficiados e então amigos do rei tenham que se aventurar no mercado de trabalho.
O estrago será grande. Não sei como irão se arrumar.
Eduardo Diniz - Cidadão brasileiro