Aguarde, carregando...

Segunda-feira, 21 de Setembro 2026
Notícias Colunistas

Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil

ersos de Evaristo Ferreira da Veiga do Hino da Independência que eram entoados com grande entusiasmo pelos alunos das Escolas

Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Versos de Evaristo Ferreira da Veiga do Hino da Independência que eram entoados com grande entusiasmo pelos alunos das Escolas Públicas em nossa juventude a cada comemoração na Data Magna da Pátria. Versos que traduzem o compromisso de luta da brava gente brasileira pela liberdade, mesmo que se tenha que, nesse esforço, entregar a sua vida. Liberdade que, no hino, se referia à saída do jugo português e que hoje tanto pode se relacionar à contraposição à dominação de outro país ou à existência de um governo não democrático e ditatorial.

Nas últimas décadas, infelizmente, aquilo que testemunhamos em nossa juventude não se repetia mais em nossas Escolas e foi diminuindo em nossas ruas a cada 7 de setembro. O culto ao passado, aos heróis e a nossa história é o que nos une e torna a nação mais forte e caminhando na mesma direção.

A quem pode interessar a quebra desses costumes? Ações para enterrar e acabar com tais praticas só podem vir daqueles que pretendem fundar um novo país, com novos valores. Aqueles mesmos que pegaram em armas nas décadas de 1960 e 1970 para aqui criar uma ditadura como a de Cuba, viriam a assumir o poder pelo voto e pouco a pouco foram encobrindo tudo aquilo que identificava a nação que surgiu com o brado de “Independência ou Morte”, às margens do Ipiranga. Com eles no poder, o nosso Brasil foi sendo apagado. Ao mesmo tempo, controlando a mídia, o Congresso Nacional e a Suprema Corte transformavam de forma ameaçadora o Estado brasileiro, favorecendo o crime e institucionalizando a corrupção.

Para aquela juventude criada sob a sombra do pendão verde e amarelo a esperança reacenderia com a derrota eleitoral do socialismo no ano que passou. Aquele nosso Brasil de verdadeiros patriotas voltava a existir.

Neste último dia 7 de setembro de 2019 vimos nas ruas mais uma vez crescer o orgulho em verde e amarelo daqueles que, desde jovens aprenderam a amar o Brasil, fato não muito noticiado pela mídia ainda controlada. Mas infelizmente observamos também que existem aqueles que, neste dia de festa, preferem se vestir de preto e protestar. Protestos sem algum fundamento razoável. Agindo assim mostram que, mais do que amar o seu país e sua história, ai estão para servir a uma ideologia.

Isso nos adverte, à brava gente brasileira, que precisamos mais e mais nos unir em torno de nossa bandeira e de nossa história e fortalecer nossa democracia. Os inimigos da pátria continuarão a resistir. Neste momento a força dos versos de Evaristo Ferreira da Veiga deve nos motivar e orientar: “Ou ficar a pátria livre (dos mau brasileiros) ou morrer (de lutar e trabalhar) pelo Brasil”.

*Analista do Núcleo de Estudos Estratégicos em Defesa e Segurança  da UFSCAR (NEEDS)

General Eduardo Diniz

Veja também

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR