O que as pessoas mais querem...essa é a pergunta que eu me lanço todos os dias durante as agendas que venho cumprindo em diversas partes da cidade e em outras partes do estado.
Lideranças de comunidades, autoridades locais, instituições, ongs, grupos familiares, time de futebol feminino, o ‘’Sidarta’’, que eu gostei muito de conhecer lá no CDC Orestes Quércia, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo.
Em todos, pude perceber que as pessoas anseiam por uma vida melhor, claro, mas em que saúde, educação e segurança façam parte plenamente de suas vidas. Trabalho também, com mais ofertas de emprego, e isso estamos conferindo de perto, divulgando iniciativas muito boas, inclusive do poder público, na linha do primeiro emprego para atender a grande demanda de jovens que buscam sua primeira oportunidade de trabalho.
Nesses contatos com as pessoas, tenho conversado com muitas mulheres e percebido mais de perto essa questão do empoderamento feminino, para mim um tema inesgotável que gostaria de destacar e que é norteador no meu trabalho profissional e social. Por que todos os dias, percebemos a presença feminina em nossas vidas.
Nos lares, cuidando dos filhos e da família, e também trabalhando fora, ela que cumpre uma jornada mais do que dupla, merece nosso carinho e respeito. E mais atenção. Algumas dessas mulheres se destacam em posições profissionais de chefia, mas a grande maioria vive ainda uma realidade bem mais bruta.
Baixos salários, poucas oportunidades de trabalho em outras modalidades que ela gostaria de exercer, oportunidade para poder estudar, muitas vezes tardiamente, e galgar quem sabe, um sonho de virar advogada ou engenheira. Ou o que o seu sonho pedir.
Ao visitar tantos lugares e encontrar pessoas, percebemos o empoderamento feminino, essa palavra que vem do inglês ‘’emporwement’’ e que ficou incorporada no nosso vocabulário, que são as líderes locais numa associação de bairro, por exemplo, e que fazem de sua força e capacidade de agregar as pessoas, uma característica mais do que desejável.
Sem dúvida, é a mulher que ampara todas as linhas de frente e nos bastidores da vida. Mesmo as que não trabalham fora, cumprem a dura rotina diária de fazerem as coisas acontecerem para que todos vivam bem e cumpram sua rotina de trabalho, estudos, de vida.
A essas valorosas mulheres, o nosso carinho, e que esse mês de março que começou, e traz a mulher como tema principal de discussões, a partir do dia 8, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, traga mais ações e boas iniciativas de empoderamento feminino em todos os setores da sociedade.
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