Na antiguidade, o dia das mães era um culto à figura da “deusa mãe” Reia, mãe dos deuses para os gregos, e, para os romanos, à Cibele – magna mater. Ambas celebrações incluíam oferendas e festividades em agradecimento à fertilidade e força criativa da natureza. Na idade média, o culto pagão perdeu espaço para celebrações religiosas e os cultos de veneração à Maria, mãe de Jesus, e, modernamente, a partir da iniciativa da americana Anna Jarvis, que pretendia homenagear sua mãe, Ann Reeves Jarvis, por seu trabalho comunitário em prol de educar mães sobre higiene e saneamento para salvar crianças. Em 1914 a data foi oficializada no Estados Unidos e, em 1932 no Brasil, como uma data em homenagem a todas as mães.
É senso comum que quando falamos sobre as mães vivemos um verdadeiro mar de emoções. Toda mãe, ao gerar e sustentar uma nova vida, é um portal de evolução espiritual que age como um instrumento divino e se equipara a um serviço sagrado de aprendizado e aprimoramento, permitindo o exercício do amor incondicional, abnegação e laços que transcendem a morte, unindo pais e filhos pela eternidade.
Desde a gestão, a mãe exerce forte influência psíquica e emocional sobre o feto, criando um ambiente de paz e segurança. No processo de criação dos filhos, além de cuidar do corpo, educa o espírito, ajudando-o a moldar o caráter ao corrigir vícios e estimular virtudes, de modo que, além do laço biológico, atua como uma efetiva ferramenta de evolução espiritual.
Nessa caminhada material e espiritual a missão de incondicional amparo e dedicação das mães nos reconecta com nossa casa original e se equipara ao exemplo de Maria, mãe de Jesus, que sempre intercede espiritualmente por seus filhos.
Como já fiz constar na crônica Amor sem fim, “sob qualquer aspecto, é certo que ser mãe é ser a razão da existência de toda pessoa! Essa responsabilidade indelegável persiste por toda existência, porque ao ser mãe a mulher, ainda que instintivamente, vê nascer em si um enorme sentimento de doação, abnegação e mesmo devotamento em relação àquela criatura que depende do seu amor e da sua segurança.
Isso, e muito mais, encontramos em cada mãe, em nossas mães, fontes sublimes de amor que neste plano vibratório, inegavelmente, representam a marca de Deus!
Assim, homenageando todas as mães, invocamos a Mãe Santíssima, mãe de Jesus e nossa, porque mãe espiritual de toda humanidade, com a mensagem que carinhosamente nos foi ofertada pelo Irmão ALPE, ao proferir a seguinte oração: ‘Ave Maria cheia de graça, bendita és entre os anjos. Infiltra em cada alma a doçura do teu amor. Faze de cada coração um tabernáculo de fé e de amor em honra a teu filho Jesus’.
Salve Maria ... Salve todas as Mães!”.
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se