Após tomar conhecimento de dados da Corregedoria da Polícia Militar, que mostram um aumento de 60% em mortes por batalhões da Grande São Paulo, este ano, o deputado Campos Machado, líder do PTB na Assembleia Legislativa, aponta que o apagão na segurança pública é de responsabilidade do governador João Agripino, e cobra providências urgentes para reverter a situação. “Mais uma vez, João Agripino demonstra estar completamente perdido à frente do governo do Estado. Dizer que vai retreinar os policiais é uma bobagem. A PM paulista é a melhor do Brasil, não precisa de treino, e sim de respeito”, declarou Campos.
O deputado recorda que, em episódio recente, faltou reconhecimento por parte do governador ao conceder aos policiais um reajuste de apenas 5%. “E, hoje, com essa pandemia, os policiais estão ainda mais vulneráveis, expondo-se sem planejamento adequado, correndo o risco de levar o vírus para dentro de suas casas”, enfatizou o líder petebista.
O parlamentar ressalta, ainda, que, um especialista em segurança pública expôs na imprensa que a criação dos Batalhões de Ações Especiais da PM (Baeps), pela gestão João Agripino, é um dos pontos que explicam esse caos em ações da PM. “O governador simplesmente tira suas ideias mirabolantes da cartola só para fazer palanque, sem qualquer planejamento. É desastroso para o Estado e à população”, concluiu Campos Machado.
Deputado Campos Machado faz crítica ao governador de São Paulo
Diferentemente do anunciado por João Agripino, acordo não garante produção de vacina no Brasil
O deputado Campos Machado, líder do PTB na Assembleia Legislativa, criticou, na semana passada, o governador João Agripino, pelo anúncio de que a vacina anti-Covid-19 seria produzida em larga escala e que, para todo o Brasil, seria fornecida pelo SUS.
A informação foi desmentida pelo próprio presidente do Instituto Butantan, dr. Dimas Covas, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada na quarta-feira (17/6). Na verdade, o acordo entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês, Sinovac Biotech, ainda em fase inicial, não reza, em seus termos, a produção em massa do imunizante. O que existe, apenas, é a previsão de 85 milhões de reais em investimentos, a serem destinados para o estudo clínico e para os testes de eficácia da vacina. “Enquanto o Estado de São Paulo atinge sucessivos recordes de casos e de mortes por coronavírus, o governador continua ávido por transformar factoides em manchetes. Ele apenas conseguiu tornar evidente seu real interesse: contar histórias enganosas para se autopromover”, afirmou Campos Machado.