Ao lado de sua esposa, a primeira-dama Regina Nunes, o prefeito Ricardo Nunes anunciou que o Hospital Veterinário Municipal Leste, no Tatuapé, passou a funcionar 24 horas por dia desde quinta-feira, dia 19 de fevereiro. A unidade foi renomeada para Hospital Veterinário Municipal Leste “Cão Orelha”, em homenagem ao animal que comoveu o país no início do ano – foi espancado até a morte no litoral de Santa Catarina. Por ser da causa animal – atua como voluntária – a primeira-dama fez questão de participar do evento.
Com a mudança no horário de funcionamento, o hospital ampliou o atendimento de urgência e emergência entre 17h e 7h, garantindo assistência ininterrupta a cães e gatos de famílias de baixa renda da Capital. Durante o dia, permanecem disponíveis consultas, exames, cirurgias e internações, mediante agendamento ou triagem.
Durante o anúncio, o prefeito Ricardo Nunes destacou a ampliação como resposta a uma demanda histórica da causa animal. Segundo ele, a medida fortalece a política pública de proteção e bem-estar dos animais na cidade.
“Ampliar o Hospital Veterinário para funcionamento 24 horas é garantir dignidade e cuidado às famílias que mais precisam. Muitas pessoas têm seus animais como parte da família e não podem esperar até o dia seguinte diante de uma urgência. Estamos fortalecendo uma política pública séria de proteção e bem-estar animal na cidade de São Paulo”, destacou o prefeito Ricardo Nunes.
Referência nacional, a rede municipal de hospitais veterinários públicos atende moradores da cidade inscritos em programas sociais. Em 2025, foram realizados 245.292 atendimentos nas unidades das zonas Norte, Sul, Leste e Oeste.
As unidades oferecem consultas clínicas, cirurgias, exames laboratoriais e internações, além de especialidades como oftalmologia, cardiologia, neurologia, oncologia e ortopedia, entre outras.
O atendimento é destinado a munícipes de baixa renda, mediante apresentação de documento com foto, CPF, comprovante de residência na Capital, Registro Geral do Animal (RGA) e comprovação de inscrição em programa social ou CadÚnico. Casos graves têm prioridade, conforme avaliação médico-veterinária e critérios sociais.
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