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Quarta-feira, 18 de Fevereiro 2026

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Finitude

Colunista Marco Antonio Garcia

Finitude
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Tudo tem começo, meio e fim, será?
Nascemos, vivemos e morremos...
Finitude define o tempo existencial das pessoas e coisas da natureza, que tem um fim na existência, mas não na essência.
O fim pode ser hoje, amanhã ou nunca, uma vez que o universo com seus mais de 13 bilhões de anos ainda está em expansão, com mais de um trilhão de galáxias. 
Então o que somos no planeta terra!
Por isso o ontem já passou e o amanhã não chegou e o tempo que temos é agora.
Falando de nós quase humanos, se soubermos do nosso fim como reagiríamos, será que nos acomodaríamos ou tentaríamos aproveitar o máximo de vida que nos resta.
Finitude pode ser uma resposta emocional diante uma situação de perda.
Por mais natural, maior e única certeza que temos desde que nascemos que é a morte finita ou não, existem as crenças religiosas e filosofias de vida de cada um.
O que podemos fazer para não sofrer muito perante a finitude.
Valorizar mais a vida
Fazer melhores escolhas
Mudar na existência melhorando sempre
Elaborar melhor os lutos e perdas
Realizar mais os objetivos planejados
Aproveitar melhor o tempo social
Viver com mais prazer se alimentado bem, se exercitando, cuidando da sua saúde física, mental e espiritual, trabalhando no que gosta gostando do que faz ter lazer e hobbies, assim talvez possamos ter mais momentos de felicidade, cada um do seu modo, buscando a paz interior, uma vez que a exterior está cada vez mais difícil.
A diferença entre o medo e a esperança é que o medo é uma expectativa de que algo de ruim possa acontecer, enquanto que na esperança a expectativa é de que algo bom possa acontecer, prefiro ter esperança, apesar do medo ser real.
O mais importante não é viver muito e sim viver bem...
A vida é um eterno recomeço.
Pra vida toda valer a pena viver..., livro da Ana Claudia Q. Arantes.
Finitude
Que a cada dia eu tenha um objetivo e um motivo para lutar
Que eu agradeça sempre antes de deitar
Que a tristeza e as desilusões não me faça perder a ternura
Que eu entenda que nem tudo o que quero é viável
Que não se vive sem uma pitada de dor
Que a finitude seja por mim respeitada
Que algumas saudades não significam nada
Que passo rapidamente de decapitador e decapitado
Que quanto mais ofereço mais sou recompensado
Que sou humano, mas nem sempre sou errado.
Por Moacir Luís Araldi

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