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Doar sangue, um ato de amor ao próximo

Colunista Aline Teixeira

Doar sangue, um ato de amor ao próximo
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No último dia 14 de junho, celebramos o ‘’Dia Mundial do Doador de Sangue’’, uma data que merece ser comemorada com fogos de artifício, pois como diz uma frase de campanha que merece ser repetida, ‘’doar sangue é um ato de amor ao próximo’’. 

Essa data passou a valer oficialmente a partir de 2005, quando a Organização Mundial de Saúde , a OMS, durante a Assembleia Mundial de Saúde, instituiu o dia como forma de agradecer aos doadores, bem como de conscientizar sobre a necessidade global de sangue seguro e de como todos podem contribuir. Aqui no Brasil, para reforçar essa conscientização, desde 2015 foi instituída a campanha do Junho Vermelho.

Para se ter uma ideia de como andam as coisas por aqui em termos de doação de sangue, a OMS aponta que o Brasil conta com apenas metade do que recomenda a Organização. Na época do auge da pandemia, por exemplo, as doações caíram expressivamente porque as pessoas tinham receio de se contaminarem, o que provocou um quase cenário de guerra com a escassez de doadores.

Mas uma coisa boa, mesmo com o déficit recomendado de doação, é que o brasileiro gosta de doar sangue. Ele se importa com o outro. E considero importante destacar essa parte boa, do se doar. E essas campanhas servem para multiplicar esse exército do bem, que doa sem ver a quem. Por isso a importância de se promover essas campanhas para  conscientizar cada vez mais as pessoas.

Quem pode doar – quem tem entre 16 e 69 anos de idade, sendo que a primeira doação deve ter sido feita até 60 anos incompletos. O doador deve pesar no mínimo 50 kg, estar em boas condições de saúde, e estar alimentado, porém sem ter feito refeições pesadas (gordurosas) nas três horas que antecedem a doação. Não estão aptas a doar sangue as pessoas que possuem um risco maior para doenças transmissíveis pelo sangue, ou que mantenham relações com pessoas que tenham  Aids, hepatite ou outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

Quem quiser saber aonde doar, pode acessar o site da Colsan (Associação Beneficente de Coleta de Sangue),o  https://www.colsan.org.br, e obter mais informações. Entre os postos de coleta em funcionamento na cidade estão o Hospital Municipal Dr. Carmino Caricchio, no Tatuapé, o Hospital do Servidor Público Municipal, na Aclimação, e o Hospital Municipal Dr. Fernando Mauro P. da Rocha, no Campo Limpo.

Hoje, o tipo de sangue mais requisitado é o tipo O, especialmente o de fator Rh negativo.

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