Entre as inúmeras patologias existentes no mundo, uma das mais impactantes e preocupantes que chamam a atenção das autoridades de saúde e da população, é a Aids.
No mês de luta contra a Aids, mais conhecido como Dezembro Vermelho, é importante trazer dados que possam conscientizar a população de que falar da doença é necessário.
Nos últimos cinco anos, o Brasil tem registrado uma média anual de 36,8 mil casos novos de Aids.
De acordo com dados epidemiológicos do Ministério da Saúde (MS), a doença atinge principalmente os jovens e adultos na faixa etária entre 25 e 39 anos sendo que 52% dos casos são do sexo masculino e 47,8% dos casos do sexo feminino.
Por isso, que neste 1º de dezembro Dia Mundial de Combate à Aids, é fundamental nos conscientizarmos sobre a importância da prevenção e os cuidados necessários para evitar que a doença evolua. É preciso também alertar sobre o diagnóstico precoce. Quanto mais cedo for detectado o vírus, menor será o impacto da infecção na saúde do paciente.
Os primeiros casos identificados como AIDS foram registrados a partir de 1977 nos Estados Unidos, Haiti e África Central. Contudo, a doença começou a chamar a atenção quando o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA (CDC) publicou um relatório, em 1981, sobre a morte de cinco homens por pneumonia.
Já no Brasil, o primeiro caso foi relatado em 1983, na cidade de São paulo. Um jovem homossexual apresentou sintomas como febre e perda de peso, bem como gânglios pelo corpo. Após este relato, vários outros casos surgiram em todo o Brasil. Na época, houve muitos questionamentos e divergências, em especial, do Ministério da Saúde. Para o órgão, o número de casos eram poucos em relação as demais patologias.
Aids é uma doença grave e uma questão de saúde pública que precisa de atenção das autoridades e da sociedade que muitas vezes não possuem acesso às informações necessárias para se prevenir.