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Quarta-feira, 22 de Abril 2026

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Desfile Cívico Militar comemora os 91 anos da Revolução Constitucionalista de 32

Neste domingo dia 9 de Julho comemorou-se a Data Magna de São Paulo

Desfile Cívico Militar comemora os 91 anos da Revolução Constitucionalista de 32
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Neste domingo dia 9 de Julho comemorou-se a Data Magna de São Paulo, com a realização de Desfile Cívico Militar, traslado das cinzas dos combatentes Abílio Ferreira Guarita, Augusto de Lima Pontes, Arthur Gomes de Saavedra e Irany Paraná do Brasil e, outorga de uma das mais importantes condecorações do Estado de São Paulo, a “Medalha Constitucionalista” oficializada pelo Decreto Lei nº 29.896/89 para diversas personalidades civis e militares como por exemplo: Tarcísio de Freitas  - Governador do Estado de São Paulo; general de exército Guido Amin Navaes; deputado federal Antônio Carlos Rodrigues; vice-almirante Marco Antonio Ismael Trovão de Oliveira; general de divisão Pedro Celso Coelho Montenegro; general de divisão Maurício Vieira Gama; major brigadeiro do ar Luiz Cláudio Macedo Santos; sra. Annabella Santos Carneiro - Comandante Exército Constitucionalista; capitão de fragata Luiz Carlos Calvo dos Santos Júnior; sra. Myriam Prado - chefe de gabinete da Secretaria da Educação; sr. Diego Torres Dourado - Assessor Especial do Governador do Estado de São Paulo; sr. Arthur Lima - secretário chefe da Casa Civil; coronel Edilson José Costa - secretário executivo da Casa Civil; inspetor superintendente GCM Wilson Dantas de Almeida; os vereadores da Comarca de Santo André dr. Marcos Rodrigues Pinchiari e sr. Márcio Colombo; coronel PM Gilson Hélio Jesus dos Santos; inspetor superintendente GCM Jorge Roberto Paschoal Correa; sr. Gabriel José Abdala – presidente da Liga dos Corredores; capitão de corveta Rodrigo Vergilio Carregari; 2º SG-SR Diogo Miguel Soares de Lima e o sr. Eduardo Gonçalves Martins – empresário.


Abrilhantaram o evento diversas personalidades como o prefeito do Município de São Paulo Ricardo Nunes; o presidente da Alesp sr. André do Prado; o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo dr. Ricardo Nair Anafe, o secretário de Segurança Pública de São Paulo Guilherme Derrite; o comandante da Polícia Militar do Estado de São Paulo coronel PM Cássio Araújo de Freitas; coronel PM Marcos de Paula Barreto; o deputado federal Coronel Telhada; o deputado estadual Capitão Telhada; o vereador de Olímpia Sargento Tarcísio Cândido de Aguiar; o auditor do TCE dr. Antonio Carlos Luz Magalhães, dentre tantos outros.


Posse da Diretoria
As 17:00 horas do mesmo dia, no Obelisco do Ibirapuera, tomaram posse para a gestão 2023/2027 da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC a chapa “RUMO AOS 100 ANOS, UMA HISTÓRIA DE AMOR POR SÃO PAULO”, composta por presidente da Diretoria Executiva dr. Carlos Romagnoli; presidente do Conselho Deliberativo sr. Luiz Fernando Marcondes e presidente do Conselho Fiscal sr. Marcelo Alberto Couto. 


Por dentro da história
9 DE JULHO
Em 1930 Getúlio Vargas, que era gaúcho, assumiu o poder da nação, depondo o então presidente Washington Luis e impedindo que Júlio Prestes, paulista, assumisse o governo.


Vargas destituiu o congresso e retirou poderes dos Estados.


Muitos paulistas acreditavam que Getúlio convocaria uma assembleia constituinte e eleições presidenciais, fatos que não ocorreram, gerando revolta no Estado, principalmente da classe fazendeira.


Na busca de um regime constitucional e com apoio de comerciantes, profissionais liberais, maçons e estudantes universitários, em 23 de maio de 1932 ocorreu um grande ato político na cidade de São Paulo pedindo a realização de eleições.


Os estudantes Mário Martins de Almeida, Euclides Miragaia, Dráusio Marcondes de Souza e Antonio Camargo de Andrade, que participavam do ato, foram mortos durante tentativa de invasão a um local que se concentravam apoiadores do regime de Getúlio Vargas.


Surge aí a sigla M.M.D.C., referente à forma como os estudantes eram conhecidos – Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. Mais tarde acrescentou-se a letra A ao final da sigla, referente ao jovem Alvarenga, também morto no conflito.
Surge também a partir daí, já no dia 9 de julho, uma grande revolta armada, na qual os paulistas exigiam a saída de Vargas do Poder, a realização de eleições e a elaboração de uma nova Constituição.


Utilizando os meios de comunicação existentes na época – rádios e jornais – foram mobilizados mais de 200 mil voluntários, dos quais cerca de 60 mil atuariam em combate.


As tropas paulistas, incluindo-se o efetivo da então Força Pública, atual Polícia Militar – que participou com cerca 10 mil combatentes, 4 aviões, 5 trens blindados e diversos veículos também blindados – imaginavam que poderiam contar também com o apoio de militares mineiros, mato-grossenses e gaúchos, mas o apoio não chegou.


Cerca de 100 mil soldados aliados do governo federal partiram para o enfrentamento com os paulistas.
Após quase 90 dias de intenso combate e cercadas por tropas federais, as tropas paulistas, com necessidades de alimentação e armamento, se renderam ao governo federal.


Batalha perdida em campo e vencida na política. Vitoria moral para os paulistas.


Embora dados não oficiais indiquem a morte de cerca 2 mil soldados paulistas, o objetivo seria alcançado, já que em 1934 ocorreria a promulgação de uma nova Constituição, que ficaria em vigor até 1937, quando Vargas fechou o Congresso Nacional, cassando a nova Constituição.


Vargas ficou no poder até 1945, quando foi finalmente deposto.


Em homenagem aos paulistas mortos na revolução, foi construído no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista – Obelisco do Ibirapuera.


Importante ressaltarmos que o dia 9 de julho se tornou feriado no Estado de São Paulo no ano 1997, por força da Lei 9.497, promulgada pelo então Governador Mário Covas. Entretanto, muitos cidadãos paulistas desconhecem o que é comemorado nesse dia.


O dia 9 de julho é considerado a data Magna de nosso Estado, ocasião em que se comemora a Revolução Constitucionalista de 1932.

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