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Desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha é eleito presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

O desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha foi eleito presidente do Tribunal

O desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha foi eleito presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso para o biênio 2019/2020. O magistrado foi eleito por aclamação, durante sessão administrativa ordinária do Tribunal Pleno, ocorrida no dia 11 de junho, em Cuiabá.

A decisão foi unânime após a desistência do desembargador José Zuquim Nogueira. A cerimônia de posse da nova diretoria eleita será realizada no dia 19 de dezembro e a entrada em exercício nos respectivos cargos de direção se dará em 1º de janeiro de 2020.

O presidente eleito, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, disse que há dificuldades a serem sanadas. “Essa harmonia será o reflexo por onde o tribunal caminhará, pensando sempre na sua obrigação de julgar bem, sempre junto aos juízes de Primeiro Grau, da Ordem dos Advogados e dos servidores. Sabemos das dificuldades e espero não decepcionar. Agradeço o apoio de todos”, disse o magistrado.

         Nascido em 2 de maio de 1955, no bairro do Tucuruvi, na Zona Norte de São Paulo (SP), o novo desembargador tem graduação em Psicologia pelas Faculdades Farias Brito (hoje Universidade de Guarulhos) e Ciências Jurídicas e Sociais pelas Faculdades Integradas de Guarulhos.

Sobre a sua relação com a região, o novo desembargador disse que apesar de ter se mudado para Mato Grosso há mais de 30 anos, “ainda tenho boas relações com o bairro do Tucuruvi e a Zona Norte como um todo, pois além dos meus pais ainda morarem lá, tenho muitos amigos e companheiros de magistratura na região”.

Carlos Alberto Alves da Rocha foi aprovado no concurso para o cargo de juiz substituto do Estado de Mato Grosso em 1985. Na função, ele passou pelas comarcas de Nortelândia, Arenápolis, Porto dos Gaúchos, Juara, Nobres, Rosário Oeste e São José do Rio Claro. Ocupou também os cargos de juiz auxiliar da presidência do TJMT e juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso.

Em fevereiro de 2008 foi promovido para o cargo de desembargador do TJMT, assumindo a vaga com a aposentadoria do desembargador Ernani Vieira de Souza. Dentre as inúmeras atuações ao longo de 24 anos de magistratura estão: juiz eleitoral, juiz coordenador do Juizado Volante Ambiental (Juvam), juiz presidente da Segunda Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais de Mato Grosso e juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral do Estado.

Para o governador do Estado do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM-MT), “o desembargador Carlos Alberto é um profissional que tem uma longa história construída em nosso Estado. Tive o prazer em conhecê-lo há alguns anos já na função de desembargador do nosso Estado. Com uma longa carreira jurídica, é um homem que tem contribuído muito com a Justiça do nosso Estado, e hoje nos honra presidindo o Tribunal de Justiça do Mato Grosso. Ele tem tido uma postura absolutamente republicana, na condução entre os poderes, tem sido um parceiro do Estado dentro das relações institucionais que o governo tem com o Poder Judiciário”.

Para o advogado criminalista e delegado de polícia aposentado, Octacílio de Oliveira Andrade, “é um orgulho ver o caminho trilhado pelo hoje desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, que foi meu aluno na faculdade. Fico lisonjeado com a trajetória dele e de ser um amigo próximo da família, a qual tenho uma relação antiga”.

O cargo de desembargador é um dos cargos de maior prestígio dentro do Direito. É um tipo de juiz de alto escalão. E ser nomeado desembargador pode ser considerado o auge da carreira de quem se forma em Direito. É um cargo para poucos: existem menos de dois mil desembargadores em todo o Brasil.

O desembargador é um juiz de segunda instância. Isso quer dizer que o que não foi solucionado pelos juízes de primeira instância vai parar nas mãos do desembargador, para que ele resolva a questão. Eles atuam no setor público e, para isso, prestaram antes concurso para um cargo jurídico no Ministério Público. Podem trabalhar nos Tribunais de Justiça (esfera estadual), nos Tribunais Regionais Federais (esfera federal) ou nos Tribunais Regionais do Trabalho (esfera federal do trabalho). Mas ele nem sempre dá a última palavra. O que um desembargador decide também pode estar sujeito ser encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Para o ex-vereador Nelo Rodolfo, “o dr. Carlos é um orgulho para todos nós. No ano passado estive lá no Estado de Mato Grosso e pude presenciar de perto, o quando ele é querido por lá. O homem faz historia quando ele sabe construir a sua vida, e como marcar a sua vida, e o seu pai, o dr. Rocha é um advogado brilhante, mostrando que este é um legado familiar”.

Para o diretor do Departamento de Serviços Gerais da Assembleia Legislativa, Anibal de Freitas Filho, é motivo de muita emoção ver a linda trajetória traçada pelo então amigo de infância, o Carlinhos, “nós jogávamos bola no ginásio e estudamos juntos na Escola Estadual Prof. Eurico Figueiredo (CEPEF), no Jaçanã. Com a sua mudança de Estado, acompanhei a sua trajetória de longe, mas sempre estive na torcida por seu sucesso pessoal e profissional”.

O advogado Fábio Mourão Antonio se diz muito feliz com esta condecoração, não só pela amizade com o dr. Alberto (pai do desembargador), mas também pelo título conquistado por um morador da Zona Norte. A minha relação com a família começou no Fórum de Santana, e hoje, a nossa amizade é próxima e cada vez mais duradoura. “Fico feliz por estar presente neste momento”, concluiu.

O empresário João de Favari salientou a sua antiga amizade com o dr. Carlos. “Nos conhecemos em meados de 1980, e um dos primeiros trabalhos que ele fez foi no Clube Guapira, onde eu estava, e desde lá, desenvolvemos uma grande amizade. E hoje temos a honra de vê-lo ocupando o cargo máximo de sua magistratura. Tudo fruto do seu esforço, dedicação e persistência. Como morador da região, tenho orgulho não só da condecoração dada ao amigo, mas também de ver um representante da Zona Norte ocupando um posto deste porte”.

A empresária Terezinha Favari parabenizou o novo presidente do TJMT e disse que o merecimento o conduziu a esta conquista. “O dr. Carlos sempre foi muito dedicado, um profissional diferenciado em seu ramo de atuação”.

         Já o advogado e pai do desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, o dr. Alberto Alves da Rocha disse estar muito emocionado com a condecoração dada ao seu filho, “pois neste momento o coração fala mais alto, mas que esta conquista parabeniza um filho de um cidadão humilde que graças ao seu esforço chegou ao cargo máximo da Justiça em um importante Estado brasileiro”, finalizou. 

 

 

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Desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha é eleito presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

O desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha foi eleito presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso para o biênio 2019/2020. O magistrado foi eleito por aclamação, durante sessão administrativa ordinária do Tribunal Pleno, ocorrida no dia 11 de junho, em Cuiabá.

A decisão foi unânime após a desistência do desembargador José Zuquim Nogueira. A cerimônia de posse da nova diretoria eleita será realizada no dia 19 de dezembro e a entrada em exercício nos respectivos cargos de direção se dará em 1º de janeiro de 2020.

O presidente eleito, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, disse que há dificuldades a serem sanadas. “Essa harmonia será o reflexo por onde o tribunal caminhará, pensando sempre na sua obrigação de julgar bem, sempre junto aos juízes de Primeiro Grau, da Ordem dos Advogados e dos servidores. Sabemos das dificuldades e espero não decepcionar. Agradeço o apoio de todos”, disse o magistrado.

         Nascido em 2 de maio de 1955, no bairro do Tucuruvi, na Zona Norte de São Paulo (SP), o novo desembargador tem graduação em Psicologia pelas Faculdades Farias Brito (hoje Universidade de Guarulhos) e Ciências Jurídicas e Sociais pelas Faculdades Integradas de Guarulhos.

Sobre a sua relação com a região, o novo desembargador disse que apesar de ter se mudado para Mato Grosso há mais de 30 anos, “ainda tenho boas relações com o bairro do Tucuruvi e a Zona Norte como um todo, pois além dos meus pais ainda morarem lá, tenho muitos amigos e companheiros de magistratura na região”.

Carlos Alberto Alves da Rocha foi aprovado no concurso para o cargo de juiz substituto do Estado de Mato Grosso em 1985. Na função, ele passou pelas comarcas de Nortelândia, Arenápolis, Porto dos Gaúchos, Juara, Nobres, Rosário Oeste e São José do Rio Claro. Ocupou também os cargos de juiz auxiliar da presidência do TJMT e juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso.

Em fevereiro de 2008 foi promovido para o cargo de desembargador do TJMT, assumindo a vaga com a aposentadoria do desembargador Ernani Vieira de Souza. Dentre as inúmeras atuações ao longo de 24 anos de magistratura estão: juiz eleitoral, juiz coordenador do Juizado Volante Ambiental (Juvam), juiz presidente da Segunda Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais de Mato Grosso e juiz membro do Tribunal Regional Eleitoral do Estado.

Para o governador do Estado do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM-MT), “o desembargador Carlos Alberto é um profissional que tem uma longa história construída em nosso Estado. Tive o prazer em conhecê-lo há alguns anos já na função de desembargador do nosso Estado. Com uma longa carreira jurídica, é um homem que tem contribuído muito com a Justiça do nosso Estado, e hoje nos honra presidindo o Tribunal de Justiça do Mato Grosso. Ele tem tido uma postura absolutamente republicana, na condução entre os poderes, tem sido um parceiro do Estado dentro das relações institucionais que o governo tem com o Poder Judiciário”.

Para o advogado criminalista e delegado de polícia aposentado, Octacílio de Oliveira Andrade, “é um orgulho ver o caminho trilhado pelo hoje desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, que foi meu aluno na faculdade. Fico lisonjeado com a trajetória dele e de ser um amigo próximo da família, a qual tenho uma relação antiga”.

O cargo de desembargador é um dos cargos de maior prestígio dentro do Direito. É um tipo de juiz de alto escalão. E ser nomeado desembargador pode ser considerado o auge da carreira de quem se forma em Direito. É um cargo para poucos: existem menos de dois mil desembargadores em todo o Brasil.

O desembargador é um juiz de segunda instância. Isso quer dizer que o que não foi solucionado pelos juízes de primeira instância vai parar nas mãos do desembargador, para que ele resolva a questão. Eles atuam no setor público e, para isso, prestaram antes concurso para um cargo jurídico no Ministério Público. Podem trabalhar nos Tribunais de Justiça (esfera estadual), nos Tribunais Regionais Federais (esfera federal) ou nos Tribunais Regionais do Trabalho (esfera federal do trabalho). Mas ele nem sempre dá a última palavra. O que um desembargador decide também pode estar sujeito ser encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Para o ex-vereador Nelo Rodolfo, “o dr. Carlos é um orgulho para todos nós. No ano passado estive lá no Estado de Mato Grosso e pude presenciar de perto, o quando ele é querido por lá. O homem faz historia quando ele sabe construir a sua vida, e como marcar a sua vida, e o seu pai, o dr. Rocha é um advogado brilhante, mostrando que este é um legado familiar”.

Para o diretor do Departamento de Serviços Gerais da Assembleia Legislativa, Anibal de Freitas Filho, é motivo de muita emoção ver a linda trajetória traçada pelo então amigo de infância, o Carlinhos, “nós jogávamos bola no ginásio e estudamos juntos na Escola Estadual Prof. Eurico Figueiredo (CEPEF), no Jaçanã. Com a sua mudança de Estado, acompanhei a sua trajetória de longe, mas sempre estive na torcida por seu sucesso pessoal e profissional”.

O advogado Fábio Mourão Antonio se diz muito feliz com esta condecoração, não só pela amizade com o dr. Alberto (pai do desembargador), mas também pelo título conquistado por um morador da Zona Norte. A minha relação com a família começou no Fórum de Santana, e hoje, a nossa amizade é próxima e cada vez mais duradoura. “Fico feliz por estar presente neste momento”, concluiu.

O empresário João de Favari salientou a sua antiga amizade com o dr. Carlos. “Nos conhecemos em meados de 1980, e um dos primeiros trabalhos que ele fez foi no Clube Guapira, onde eu estava, e desde lá, desenvolvemos uma grande amizade. E hoje temos a honra de vê-lo ocupando o cargo máximo de sua magistratura. Tudo fruto do seu esforço, dedicação e persistência. Como morador da região, tenho orgulho não só da condecoração dada ao amigo, mas também de ver um representante da Zona Norte ocupando um posto deste porte”.

A empresária Terezinha Favari parabenizou o novo presidente do TJMT e disse que o merecimento o conduziu a esta conquista. “O dr. Carlos sempre foi muito dedicado, um profissional diferenciado em seu ramo de atuação”.

         Já o advogado e pai do desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, o dr. Alberto Alves da Rocha disse estar muito emocionado com a condecoração dada ao seu filho, “pois neste momento o coração fala mais alto, mas que esta conquista parabeniza um filho de um cidadão humilde que graças ao seu esforço chegou ao cargo máximo da Justiça em um importante Estado brasileiro”, finalizou. 

 

 

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