Acompanhados pelo comandante do Comando de Policiamento de Área Metropolitana 3 (CPA/M-3), coronel PM Leandro Gomes Santana, o tenente-coronel PM Jorge Cepeda de Aguiar, comandante do 9º BPM/M e o major PM Paulo Sérgio Pontirolli Araújo, comandante do 5º BPM/M visitaram a sede do jornal Semanário da Zona Norte, na segunda-feira, dia 7 de outubro e foram recebidos pelo diretor João Carlos Dias.
Na oportunidade, os oficiais falaram sobre suas trajetórias profissionais dentro da corporação, o papel da Polícia Militar do Estado de São Paulo para a sociedade, da importância das mídias regionais e sobre as recentes mudanças envolvendo o 47º BPM/M, 9º BPM/M e o 5º BPM/M. Tais medidas foram criadas para combater o crime de maneira mais ostensiva em toda a área Norte.
JSZN: O que levou a Polícia Militar extinguir o 47º BPM/M?
Coronel PM Leandro: É preciso esclarecer que a Administração Pública é regida por princípios, entre eles, a eficiência. A Polícia Militar é uma organização permanente que busca aprimorar seus processos, e nessa questão a gestão operacional também é alvo de constantes aprimoramentos. Percebe-se que na área Norte tínhamos uma estrutura administrativa que permitia um enxugamento. Era possível, de acordo com a distribuição de áreas que nós temos entre os batalhões, tornar a administração com contingente menor e ao mesmo tempo este contingente administrativo ser alocado no efetivo operacional para justamente amplificar a atuação da Polícia na prestação dos seus serviços diretos. Então, essa foi a medida. A reorganização que ocorreu aqui na área Norte, tem como caráter primeiro, melhorar a qualidade e a oferta na prestação de serviços de Polícia Ostensiva e preservação da Ordem Pública.
JSZN: Com essa medida, o 5º e o 9º Batalhões não ficarão sobrecarregados?
Coronel PM Leandro: É exatamente do mesmo princípio da eficiência. A medida que o efetivo administrativo é realocado nas novas unidades, elas ganham reforço para poder desempenhar suas missões. Houve uma distribuição equitativa considerando a nova área territorial dessas unidades. Elas vão continuar desempenhando as suas atribuições e a nossa expectativa é com a melhor qualidade possível.
JSZN: O 43º BPM/M e o 18º BPM/M não poderiam receber parte do contingente extinto?
Coronel PM Leandro: Ambos têm característica bastante peculiar. Eles fazem divisa com áreas importantes. O 43º BPM/M está situado numa área vinculada à Grande São Paulo e ao município de Guarulhos pela Rodovia Fernão Dias. Já o 18º BPM/M faz limite com a área Oeste pelo Comando de Policiamento de Área Metropolitana 5. Então, optou-se por mexer na parte central da área Norte. Isso foi uma questão estratégica, mantendo a estrutura de trabalho já desenvolvida com o 18º BPM/M e o 43º BPM/M, e fortalecendo o 9º BPM/M e o 5º BPM/M que são áreas mais centrais e que congregam locais de maior concentração de pessoas e maior fluxo. Elas são as unidades mais antigas da área Norte e continuam agora com uma nova configuração de trabalho, porém com um suporte em relação ao efetivo que foi atribuído.
JSZN: Qual balanço o Sr. faz destes últimos nove meses de trabalho?
Coronel PM Leandro: Nós temos feito uma análise contínua como mostra os indicadores. Buscamos cada vez mais aprimorar nossas atuações com bons resultados que expressam um controle sobre os indicadores de maneira geral. Tivemos um incremento apenas no índice de furto, na ordem aproximada de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior e também estupro de vulnerável com incremento na ordem entre 7% e 8%. Todos os demais indicadores como roubos, roubos de veículos, cargas, bancos e tráfico de drogas, tivemos um declínio significativo e expressivo no nosso comparativo operacional.
JSZN: Qual a importância das mídias regionais, em especial do jornal semanário da Zona Norte?
Coronel PM Leandro: É importante esclarecer e levar a informação precisa que permita à população compreender que as medidas administrativas são fundamentadas em princípios e buscam trazer uma condição melhor para que as pessoas convivam neste espaço. A Policia Militar faz questão de externar o caráter de suas medidas no sentido de contribuir com a sociedade e o jornal Semanário da Zona Norte é um grande parceiro, porque ele realmente é um veículo de comunicação que faz com que essas pretensões e as ações cheguem ao alcance da população de uma maneira segura, prudente e correta. Com isso, a população vê a Polícia como uma grande parceira.
JSZN: Qual a sua formação e como foi seu início e trajetória na Polícia Militar do Estado de São Paulo?
Tenente-coronel Cepeda: Sou oriundo do 8º Batalhão, situado na Zona Leste de São Paulo. Depois fui transferido para o Alto Tietê. Ingressei na Polícia Militar do Estado de São Paulo em 1988, posteriormente me graduei em Direito na Universidade de Mogi das Cruzes e me especializei em Direito do Estado Constitucional e Administrativo, pela Procuradoria Geral do Estado. Dentro da instituição tenho Mestrado Profissional em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública. Certamente, me inspirei no meu pai, João Gonçalves de Aguiar, e no meu irmão, major da reserva Sergio Cepeda de Aguiar, também pertencentes à instituição. Temos bons exemplos na família. E na minha promoção a tenente-coronel fui desempenhado a comandar o 9º BPM/M.
JSZN: Durante sua trajetória profissional, quais casos que o Sr. participou, mais lhe chamaram a atenção?
Tenente-coronel Cepeda: O que mais me marcou até então na minha carreira como policial militar foram as ocorrências operacionais, por ter contato com a realidade da instituição. Não registro nenhuma ocorrência marcante, mas a minha fase como tenente-coronel da Polícia Militar me trouxe até aqui. Como oficial passamos por três fases distintas: operacional, tática e estratégica. O meu período como tenente estive mais à frente na questão operacional, e ela, se destacou e me marcou bastante.
JSZN: Quais companhias o 9º BPM/M está recebendo e quais são as áreas de abrangência?
Tenente-coronel Cepeda: O 9º BPM/M, até o mês passado, correspondia às regiões do Carandiru, Casa Verde e Limão. No Comando Norte tínhamos cinco batalhões. O recém criado 47º BPM/M, situado no bairro da Vila Nova Cachoeirinha, está sendo adormecido e usado institucionalmente por força da Resolução 74 do SSP. Ou seja, o 47º BPM/M está sendo incorporado ao 9º BPM/M. Na prática, todas as atribuições inclusive a territorial, está passando para nós. Então, o 5º BPM/M, comandado pelo major Pontirolli e que tinha três companhias operacionais, passa a ficar com quatro companhias territoriais, que são as subdivisões dos batalhões. Eu tinha três companhias, estou perdendo uma e assumindo duas companhias territoriais. Isso otimiza bastante os nossos recursos.
JSZN: Quais os principais desafios da corporação para promover melhorias na prestação de serviço à sociedade?
Tenente-coronel Cepeda: A Polícia Militar, uma instituição de Estado, está presente nos 645 municípios. Então, o policial militar é de ordem. É fundamental o papel na sociedade. Independentemente do tempo de Polícia e da instituição, passamos por momentos difíceis. Todavia o nosso papel social permanece porque a PM é uma entidade de Estado. E é isso que me trouxe até aqui e tento estimular o nosso subordinado nesse sentido.
JSZN: Qual papel da Polícia Militar?
Tenente-coronel Cepeda: A prioridade da Polícia Militar é a preservação de vidas e da ordem pública e o cumprimento das leis.
JSZN: Como o sr. vê a integração entre as policiais Militar, Civil e Científica, e o Judiciário?
Tenente-coronel Cepeda: Realmente a Polícia Militar é uma repartição de responsabilidade. Participamos de um sistema e somos uma peça na persecução criminal, onde cada um exerce seu papel. Não tenho queixas em relação ao nosso relacionamento com as demais entidades. No 8º Batalhão tínhamos reuniões periódicas, capitaneadas pela Seccional. Já a Polícia Técnico-Científica, pressuposto pelo próprio nome, exerce um papel muito técnico e independente no Estado. Com certeza, há uma sinergia no papel de cada entidade.
JSZN: Qual a importância dos Consegs?
Tenente-coronel Cepeda: Eu julgo como fundamental, é uma prestação de contas onde todos se reúnem e onde são discutidos os principais problemas no qual podemos definir alguns alinhamentos. Não podemos nos isolar. É neste momento que discutimos nossas melhorias e também da nossa prestação de serviços.
JSZN: Fale um pouco sobre a importância do 9º BPM/M para a comunidade da Zona Norte?
Tenente-coronel Cepeda: O 9º Batalhão é referência na Zona Norte de São Paulo, isso só aumenta muito a minha responsabilidade. A minha primeira providência foi reunir os oficiais e de que forma gostaríamos de conduzir o Batalhão. Então, a instituição Polícia Militar está muito bem estruturada e profissionalizada, os atos de um comandante são vinculados na doutrina do respeito aos direitos humanos e à filosofia da Polícia Comunitária. Eu estou naquela fase diagnóstica, vou identificar como estão sendo executados os nossos programas de policiamento. A nossa ideia é melhorar, a nossa gestão de policiamento pensa global e age local. Vamos trabalhar bastante a questão de logística naquilo que estiver mais carente, ou seja, oferecer toda a retaguarda ao policial militar. Hoje, ouvi e acompanhei pela radiopatrulha que nas proximidades do Terminal Rodoviário do Tietê havia pessoas suspeitas. Sabemos que há uma grande preocupação na região em questão dos roubos e furtos de celulares. Não fiz nenhuma intervenção pelo rádio até para poder ouvi-los e através desta intervenção, a qual chamamos de emergência, como comandante de batalhão, parabenizamos e demos recomendações. Esses casos práticos que vão nortear as nossas decisões.
JSZN: Qual a importância das mídias regionais, em especial do jornal Semanário da Zona Norte?
Tenente-coronel Cepeda: O jornal Semanário da Zona Norte é um parceiro da Polícia Militar, que exerce um papel ético e profissional. A mídia regional é um canal muito importante, como as redes sociais também o são. É satisfatório conhecer pessoas que conhecem a nossa história, como o diretor João Carlos Dias. É muito gratificante, tudo inspira para que nós tenhamos uma excelente parceria.
JSZN: Qual a sua formação e como foi seu início e trajetória na Polícia Militar do Estado de São Paulo?
Major Pontirolli: Ingressei na Polícia Militar do Estado de São Paulo em 1987 como soldado. Me formei na Academia do Barro Branco em 1994, em seguida como aspirante fui para o 2º BPM/M, seguindo para a Casa Militar e 3º Batalhão de Choque. Já como capitão, fui para a Zona Leste até ser promovido a major. E agora, a convite do cel. PM Leandro, assumi como comandante interino o 5º BPM/M
JSZN: Durante sua trajetória profissional, quais casos que o sr. participou, mais lhe chamaram a atenção?
Major Pontirolli: Eu tive algumas ocorrências marcantes na minha carreira. Trabalhei como aspirante e depois tenente no tradicional 2º BPM/M, foi uma época que marcou a nossa trajetória na PM. Até então, três ocorrências marcaram minha carreira, duas megarrebeliões, a greve de policiais civis e uma manifestação de black blocs na abertura da Copa do Mundo em 2014. Porém, nesta última ocorrência tivemos que atuar com cautela e mais energia pela condição dos black blocs e com a presença de mídias internacionais. Foi uma experiência interessante. E agora, meu grande desafio é comandar o 5º BPM/M devido à sua importância na cidade de São Paulo e, além disso, com muitas demandas. Agradeço a Deus pela oportunidade.
JSZN: Quais companhias o 5º BPM/M está recebendo e quais são as áreas de abrangência?
Major Pontirolli: O 5º BPM/M está recebendo a antiga companhia do 9º BPM/M que compreende a Vila Guilherme, Jardim São Paulo e Carandiru, quatro estações de metrô, o Terminal Rodoviário do Tietê, Expo Center Norte, Parque da Juventude e toda a Avenida Cruzeiro do Sul, ponto importante da Zona Norte.
JSZN: Quais os principais desafios da corporação para promover melhorias na prestação de serviço à sociedade?
Major Pontirolli: Os desafios são diários, pois a criminalidade estará sempre atuando na sociedade. Nós temos que usar nossas estratégias e experiências, além do banco de dados que nos fornecem direcionamento. Agora para a nova área, embora já ter sido pertencida lá atrás ao 5º BPM/M, temos que conhecer para poder intervir. Continuaremos o trabalho de prevenção que estava sendo feito pelo 9º BPM/M. E direcionar o policiamento para os pontos mais relevantes onde acontece as maiores demandas na questão criminal.
JSZN: Qual papel da Polícia Militar?
Major Pontirolli: A Polícia Militar é fundamental porque é ela que está diretamente ali atuando com a população. Se observarmos as estatísticas, a PM é acionada para atender diversas ocorrências. Ela está atuando sempre onde tem algum tipo de conflito. A gente tenta sempre se preparar para prestar o melhor serviço à sociedade.
JSZN: Como o Sr. vê a integração entre as policiais Militar, Civil e Científica, e o Judiciário?
Major Pontirolli: Ninguém faz nada sozinho. A criminalidade sempre irá estourar nas mãos da Polícia, mas ela advém de um conjunto de fatores que começa na educação e investimento em outras áreas sociais. É importante esta integração. Aqui no CPA/M-3 temos esse exemplo. Todas as terças -feiras, o comandante cel. PM Leandro une na sua sede órgãos como Prefeitura, CET, Guarda Civil Metropolitana e outros de grande interesse. Os encontros definem estratégias de atuação.
JSZN: Qual a importância dos Consegs?
Major Pontirolli: O Conseg, criado em 1985, tem papel importantíssimo, pois a Polícia trabalha através de muitas fontes, uma delas é o banco de dados onde consultamos os registros dos crimes direcionando o policiamento de acordo com as demandas que são apresentadas. Outra fonte é o cidadão que está diretamente ligado com a Polícia. É importante que a as pessoas conheçam o Conseg. Como diz a Segurança Pública: É um dever do Estado mas responsabilidade de todos.
JSZN: Qual a importância das mídias regionais, em especial do jornal Semanário da Zona Norte?
Major Pontirolli: É importante a divulgação do trabalho do policial militar que atua todos os dias nas ruas. O jornal Semanário da Zona Norte tem essa linha de valorização do trabalho das polícias Militar e Civil, e todos os setores da Segurança Pública. A gente sempre observa alguma autoridade sendo entrevistada, dando dicas de segurança e passando algum tipo de informação relevante.
5º BPM/M
A origem do 5º Batalhão está ligada à criação do 26º Batalhão Policial em 1970, que teve sua primeira sede na Rua Martin Buchard, 586, no Brás, região central da cidade. No ano seguinte, passou a se chamar 23º Batalhão Policial.
Em 15 de dezembro de 1975, por meio do Decreto nº 7.289, o 23º Batalhão Policial foi transformado em 5º BPM/M, ficando subordinado ao Comando de Policiamento de Área Região Três (CPA/M-3).
Desde 1º de abril de 2008, a unidade está situada na Rua São Marcelo, nº 399, na Vila Gustavo, e é responsável por uma área territorial de 30,2 km2, atendendo uma população estimada em mais de 402 mil habitantes.
Na Zona Norte, o 5º BPM/M é responsável por importantes bairros como: na área da 1ª Cia. da PM: Terminal de Cargas, Parque Novo Mundo, Vila Sabrina, Coab Fernão Dias, Coab Pró- Morar Fernão Dias, Jardim Julieta, Jardim Guançã, Comunidade Funerária, Edu Chaves; na área da 2ª Cia.: Vila Maria, Vila Guilherme, Vila Maria Alta e Parque do Trote; na área da 3ª Cia.: Jardim Japão, Jardim Brasil, Vila Medeiros, Vila Constânça, Vila Nivi, Jardim Neila, Vila Alegria, Vila Ede, Vila Elisa, Vila Munhoz e Jaçanã; na área da 4ª Cia.: Tucuruvi, Parada Inglesa, Vila Mazzei, Vila Gustavo Vila Pedrosa, Parque Rodrigues Alves e Vila Dom Pedro II.
Rua São Marcelo, 399 - Vila Pedrosa • Fone: (11) 2982-3921
9º BPM/M
O 9º Batalhão foi criado em 11 de dezembro de 1956, e instalado em 1º de abril de 1957, numa modesta sala do 1º Batalhão de Caçadores “Tobias de Aguiar”. E apesar de situar-se a uma certa distância da região norte paulistana, o efetivo desta nova unidade, constituído inicialmente de 300 homens oriundos do 1º Batalhão de Caçadores, ali trabalharia exaustivamente sob a liderança do tenente-coronel Bento de Barros Ferraz, primeiro comandante. A unidade já foi responsável por toda a Zona Norte de São Paulo.
O 9º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano completa 63 anos de fundação no dia 30 de novembro.
Av. Nova Cantareira, 842 – Tucuruvi • Fone: (11) 2976-1266
18º BPM/M
O 18º BPM/M foi criado em 23 de janeiro de 1979 com a missão precípua de preservar a ordem pública, e realizar o policiamento ostensivo na região Noroeste da Cidade de São Paulo.
A ele é atribuído a responsabilidade pelo zelo da segurança de aproximadamente 1.120.000 habitantes distribuídos numa área de 46, 78 Km2, abrangendo os bairros, dentre outros a Freguesia do Ó, Limão, Brasilândia, Parada de Taipas, parte da Vila Nova Cachoeirinha e parte da Casa Verde, por intermédio de suas Companhias.
Dentro do organograma, o 18º BPM/M está subordinado ao CPA/M-3 e possui quatro companhias:
- 1ª Cia: Freguesia do Ó
- 2ª Cia: Parada de Taipas
- 3ª Cia: Brânsilandia
- Força Tática:
Área da OPM
Rua Chico de Paula, 224 - Freguesia do Ó • Fone: (11) 3931-9944
Histórico 43° BPM/M
O 43° BPM/M foi criado através do Decreto nº 50.264, de 30 de novembro de 2005, publicado no Boletim Geral PM nº 231, de 8 de dezembro de 2005, como resultado do redimensionamento das áreas dos batalhões subordinados ao CPA/M-3, Zona Norte da Capital. Desta forma, a área territorial destinada ao Batalhão é a correspondente à da 4ª Cia do 5° BPM/M, que passou a ser a 1ª Cia do 43° BPM/M, e à da 2ª Cia do 9° BPM/M que se tornou a 2ª e 3ª Cia do 43° BPM/M. Além das três Companhias, o Batalhão também possui a Cia de Força Tática.
A Circunscrição do 43° BPM/M compreende bairros como: Jaçanã, Bortolândia, Jova Rural, Filhos da Terra, Parque Edu Chaves, localizados na área da 1ª Cia; Mandaqui, Santa Terezinha, Vila Aurora, Água Fria, Alto de Santana, Jardim França, Tremembé, Vila Albertina, Palmas do Tremembé localizados na área da 2ª Cia, entre tantos outros.
A primeira sede a ser ocupada, em caráter provisório, estava localizada na Avenida Nova Cantareira n° 607, Jardim São Paulo, onde o 43° BPM/M passou a funcionar em 9 de janeiro de 2006. Desde 10 de abril de 2006, a unidade ocupa o antigo prédio da Delegacia de Ensino, situado a Rua Capitão Alberto Mendes Júnior nº 72 - Água Fria.
Rua Cap. Alberto Mendes Júnior, 72 - Água Fria • Fone: (11) 2959-1512