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Comandante do Comando de Policiamento da Capital visita o jornal Semanário da Zona Norte

O coronel PM Robinson Cabral de Oliveira visitou a sede do jornal Semanário da Zona Norte, na terça-feira, dia 8 de junho

Comandante do Comando de Policiamento da Capital visita o jornal Semanário da Zona Norte
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O coronel PM Robinson Cabral de Oliveira visitou a sede do jornal Semanário da Zona Norte, na terça-feira, dia 8 de junho, e foi recebido pelo diretor João Carlos Dias.

Na oportunidade, o oficial falou sobre sua trajetória profissional dentro da corporação, as principais atividades operacionais desenvolvidas pelo Comando da Capital, o importante trabalho do programa Vizinhança Solidária, o  papel da PM para a sociedade e a importância  dos Consegs e das mídias regionais, além das ações adotadas pela PM para combater a pandemia de coronavirus na cidade de São Paulo. 
Criado em 1973 com a missão de regular as atividades do policiamento na Capital, o CPC é responsável por 31 batalhões territoriais, 8 Comandos de Policiamento de Área e 100 Companhias, e pela implementação de várias políticas de segurança adotadas ao longo dos anos, como o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e operações como a do Desarmamento e a Colina Verde, que resultaram na redução dos índices da criminalidade.
O evento também contou com uma homenagem ao coronel PM Vanderlei Ramos, chefe de gabinete do Comando Geral da Polícia Militar e ex- comandante do CPC. Na ocasião, o diretor João Carlos Dias entregou um quadro com a fisionomia do oficial. 
O cel. Ramos agradeceu a homenagem e destacou a satisfação em ser homenageado pelo jornal Semanário da  Zona Norte.  
“Primeiramente é uma grande satisfação estar participando desta homenagem ao cel. Robinson, atual comandante do CPC por onde eu tive a grata satisfação de passar. Comandar uma capital com 2 milhões de habitantes,  uma frota de veículos de 8 milhões, 65 mil logradouros na cidade de São Paulo e contar com uma equipe de 121 mil oficiais, é realmente uma vitória. E esta homenagem prestada pelo diretor João Carlos Dias me emocionou muito, e isso ele sempre faz com todos os homenageados que visitam o jornal. Friso também a importância que o jornal tem de congraçar todas as Forças de Segurança. Aqui está presente a Polícia Militar , o Exército, a Marinha, a Aeronáutica , A Guarda Civil Metropolitana, a Polícia Civil, a Polícia Cientifica, secretarias de Segurança Pública e Justiça, Ministério Público, Judiciário, Judiciário Militar.   Agradeço de coração esta homenagem, e com certeza a guardarei com muito carinho. Desejo a todos vocês muita saúde e que continuem sempre nesse mesmo empenho”, destacou emocionado. 
Acompanhe na íntegra a entrevista do comandante do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel PM Robinson Cabral de Oliveira.
JSZN: Qual a sua formação e como foi seu início e trajetória na Policia Militar do Estado de São Paulo até chegar ao Comando da Capital?
Cel. PM Robinson :  Tenho 51 anos, sou bacharel em Ciências Jurídicas pela Universidade Paulista, tenho Bacharelado, mestrado e doutorado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, possuo diversos cursos na Instituição e em outros órgãos do Estado e da União voltados à atividade policial, administração de crises, administração financeira e orçamentária, gestão e de Direitos Humanos. Iniciei na Polícia Militar do Estado de São Paulo em 1986, quando tinha 16 anos, com ingresso no Curso Preparatório para Formação de Oficiais, mediante um concurso público muito concorrido, onde tínhamos 20.000 (vinte mil) candidatos para 120 (cento e vinte) vagas, assim sendo cursei na sequência o CFO-Curso de Formação de Oficiais na Academia de Policia Militar do Barro Branco – APMBB e fui declarado aspirante a oficial da PMESP em 21 de abril de 1991.
Fui designado para o Corpo de Bombeiros, onde tive a oportunidade de realizar o CBO (Curso de Bombeiros para Oficiais), sendo classificado no então 2º Grupamento de Busca e Salvamento, unidade que tive a felicidade de realizar diversos cursos de salvamento; aquático, terrestre, estágio em altura e resgate. Passado três anos fui movimentado para o Departamento de Finanças e Patrimônio do Corpo de Bombeiros, conciliando a parte operacional com as atividades administrativas da nova Unidade, pois no Corpo de Bombeiros, o oficial subalterno não se afasta totalmente da escala operacional, cumprindo – a ao menos duas vezes por mês. Após quatro anos fui movimentado para o 1º Grupamento de Incêndio e na sequência fui transferido para a Casa Militar do Gabinete do Governador do Estado de São Paulo, aonde exerci atividades na área Técnica de Defesa Civil do Estado e, também, compus o corpo de segurança do Exmo. Sr. Governador do Estado, permanecendo nesta Unidade por oito anos.
Na saída da Casa Militar, no posto de capitão PM, fui designado para o Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos, permanecendo por dois anos, na sequência fui convidado a ser o Ajudante de Ordens do subcomandante da PM, compondo o Estado Maior da PMESP. 
Passado esse período muito enriquecedor, no que tange o conhecimento Institucional no sentido Macro, fui designado para assumir a Coordenação Operacional do 49º BPM/M, como major PM.
Assumi a Assessoria Policial Militar da Procuradoria Geral de Justiça, na sequência trabalhei na Assessoria Policial Militar da Secretaria da Segurança Pública, exercendo a função de chefe da Assessoria Técnica Policial, como tenente-coronel PM.
Ao ser promovido ao posto de Cel PM, último posto da Instituição, em 17 de fevereiro de 2018 assumi a Chefia do Estado Maior do Comando de Policiamento da Capital, em 29 de abril de 2018, assumi o Comando de Policiamento de Área 11, Zona Leste-Centro, que compreende o policiamento nas regiões de Vila Prudente, Tatuapé, Parque São Jorge, Mooca, Vila Matilde, Penha, Parque São Lucas e adjacências, posteriormente, assumi a Chefia da Assessoria Policial Militar da Assembleia Legislativa e, hoje com 35 anos de carreira, estou comandante do Policiamento da Capital.
JSZN: Durante sua trajetória profissional, quais casos que o Sr. participou, mais lhe chamaram a atenção?
Cel. PM Robinson: Em 35 anos de carreira em uma Instituição que tem o propósito de proteger pessoas, fazer cumprir as leis, combater o crime e salvar pessoas, inevitavelmente, nos deparamos, administramos, participamos do atendimento de muitas ocorrências policiais, de preservação da ordem pública e de salvamento, bem como catástrofes e grandes acidentes nesse lapso de tempo e não foi diferente em minha trajetória, onde ressalto somente os maiores e mais emblemáticos; como a participação no acidente da TAM, no Jabaquara, em 31 de outubro de 1996 acarretando a morte de 99 pessoas; participação no planejamento e coordenação de atuação dos órgãos envolvidos no Bug do milênio ocorrido na virada do século; atentados do PCC ao longo da década de 2000 e os atentados em 2012; greve dos petroleiros nas refinarias de combustível em 2018 e atualmente a pandemia da Covid-19.
JSZN: Como está sendo essa experiência de comandar a Polícia Militar na Capital, a principal e maior da cidade do País?
Cel. PM Robinson: Está sendo algo impar e muito gratificante, poder dar uma contribuição e devolver para a Instituição e, em especial para nossa sociedade, tudo aquilo que me foi ofertado ao longo da carreira quanto a conhecimento e experiência adquiridas, possibilitar e fomentar a mudança de cenários para melhorar a qualidade de vida das pessoas e, concomitantemente, oferecer aos nossos bravos policiais militares do Policiamento da Capital, que todos os dias labutam para cuidar das pessoas e combater o crime, mantendo a paz social, uma condição melhor de trabalho. Realmente uma experiência indescritível vivida nesse momento e não poderia deixar aproveitar a ocasião para agradecer ao nosso Exmo. Comandante-geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, coronel PM Fernando Alencar Medeiros e ao nosso subcomandante PM, coronel PM Marcus Vinicius Valério, pela confiança e oportunidade. Deixando claro que, hoje, tenho a felicidade de contar com excepcionais comandantes de Áreas; coronel PM Prates, coronel PM Colonello, coronel PM João Luís, coronel PM Assis, coronel PM Elizeu, coronel PM Daffara, coronel PM Reges, coronel PM Freixo e coronel PM Simeira, além do meu Chefe de Estado Maior coronel PM De Paula, que são partes essenciais para o sucesso dos objetivos de Comando. 
Comandar o CPC é uma missão árdua e de muita responsabilidade que demanda muita dedicação e compromisso, somado a uma observação muito detida de todos os fatos que acontecem, além de estar muito informado de todas as tendências nacionais e mundiais no que diz respeito à segurança pública, a fim de mantermos os planejamentos próprios e prospectarmos ações exitosas de forma preditiva. Hodiernamente, os indicadores são muito bons, haja vista o bom trabalho dos comandantes antecessores, restando mantermos esse resultado e aprimorá-los, bem como aprimorar a percepção de segurança.
JSZN:  Quais as principais atividades operacionais desenvolvidas pelo Comando da Capital?
Cel. PM Robinson: O Comando do Policiamento Capital, não obstante o planejamento próprio dos Grandes Comandos de Área, realiza análises criminais e de cenários para desenvolver operações maiores para coibir e minimizar problemas detectados na Capital, além de capitanear megaeventos, manifestações e ações que dependam de integração de outras áreas e outros aparelhos policiais para sanar alguma intercorrência. Em resumo, o Comando de Policiamento da Capital tem que ser um grande facilitador de êxito dos Comandos de Área, observando o apoio na distribuição de recursos humanos, logística, planejamento e interface com outros órgãos públicos na esfera superior.
JSZN: Quantos CPAs nós temos na Capital e seus respectivos Batalhões?
Cel. PM Robinson: Na Capital nos temos oito Grandes Comandos de Áreas, sendo: CPA/M-1, região central, Comandado pelo cel. PM Prates e seu subcomandante cel. PM Colonello, tem como Batalhões subordinados o 13º, 11º, 7º BPM/M e o 7º BAEP; CPA/M-2, região centro sul, comandado pelo cel. PM João Luis, tem como Batalhões subordinados o 3º, 12º e o 46º BPM/M; CPA/M-3, região norte, comandado pelo cel. PM Assis, tem como Batalhões subordinados o 5º, 9º, 18º, 43º BPM/M; CPA/M-4, região leste, comandado pelo cel. PM Elizeu, tem como Batalhões subordinados o 2º, 29º, 39º, 48º BPM/M e o 4º BAEP; CPA/M-5, região oeste, comandado pelo cel. PM Daffara, tem como batalhões subordinados o 4º, 16º, 23º e o 49º BPM/M; CPA/M – 9, região leste, comandado pelo cel. PM Reges, tem como Batalhões subordinados o 19º, 28º e o 38º BPM/M; CPA/M-10, região sul, comandado pelo cel. PM Freixo, tem como Batalhões subordinados o 1º, 22º, 27º, 37º e o 50º BPM/M; e o CPA/M-11, região centro leste, comandado pelo cel. PM Simeira, tem como Batalhões subordinados o 8º e 21º BPM/M.
JSZN: Quais os principais desafios do Comando para promover melhoras na prestação de serviço à sociedade?
Cel. PM Robinson: Os desafios na Capital são dinâmicos e constantes, temos regiões que carecem de um aparelho estatal maior, temos regiões que temos problemas com saúde pública, temos regiões com necessidades rurais, em razão da falta de aparelho público e distância, temos regiões que chegam a ter populações flutuantes de milhões de pessoas, temos locais com acessos viários precários, entre outros, todas as circunstâncias acabam incidindo sobre a necessidade de uma avaliação para prospectarmos ações de policiamento preventivo e de preservação da ordem pública, no desiderato de melhorar a qualidade de vida das pessoas. Neste momento estamos dentro de uma pandemia que trouxe muitas mazelas para a sociedade, não obstante estarmos com os indicadores criminais baixos, teremos uma possibilidade de recrudescimento do crime, acredito que neste ponto está presente o grande desafio de como nos prepararmos para esse novo momento, mantendo os resultados obtidos até este momento e aprimorá-los melhorando a percepção de segurança, isso demandará muita observação e ações precisas para termos um resultado profícuo.
JSZN: Uma das grandes preocupações da população é com a violência, como solucionar o problema na cidade de São Paulo?
Cel. PM Robinson: A violência é um fenômeno social que de maneira singela podemos citar alguns fatores que a induzem como: desigualdade social, falta de infraestrutura, globalização, pobreza, falta de pertencimento social, polícia e justiça, ou seja existem diversas facetas a serem observadas para chegarmos a bom termo nesse desiderato, constituído como a diminuição da violência na cidade de São Paulo, não obstante, a Polícia Militar fará como já está fazendo todo o esforço possível para estar presente de forma antecipada, presencialmente ou por meio de participação de um sistema social criado, para proporcionar um ambiente favorável às boas relações entre as pessoas e inibir o cometimento de ações inadvertidas, bem como, atendendo as demandas do dia a dia trazendo tranquilidade e garantindo o ir e vir dos cidadãos. 
JSZN: Como o senhor vê o trabalho do Programa Vizinhança Solidária?
Cel. PM Robinson: Esse programa foi desenvolvido por alguns oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo na década passada, sendo um dos ícones dessa brilhante iniciativa, o professor cel. PM Telmo, que aproximou ainda mais a sociedade da sua responsabilidade com a Segurança Pública, como está preconizado em nossa carta magna no caput do seu art. 144, desta forma proporcionando uma ajuda mutua entre as pessoas residentes na mesma localidade, resolvendo pequenos problemas e fazendo com que as pessoas ocupassem de fato esses espaços, verdadeira prevenção primária, e proporcionando às forças de segurança informações qualificadas para um planejamento preciso. Destarte, vejo esse programa como essencial para minimizar ações desnecessárias e maximizar resultados positivos. Cabe ainda destacar que esse programa, hoje, está inserido nos planos de Governo e temos na Capital cadastrados 1.149 programas, buscaremos ampliar, pois em algumas localidades que foram instaladas, a redução da criminalidade foi de aproximadamente 60%, resultado muito expressivo e eficaz.
JSZN:   Qual a importância dos Consegs ?
Cel. PM Robinson: Creio que cabe inicialmente, um breve relato sobre Consegs – Conselhos Comunitários de Segurança que foram instituídos em 1985, como entidades de apoio às forças policiais, que reúne grupo de pessoas de uma comunidade para discutir, analisar e planejar soluções conjuntas para os problemas comuns de segurança, caracterizando oportunidade de relacionamento direto da comunidade com a sua Polícia mensalmente. Hoje, após 35 anos de existência, é realidade no sistema de segurança pública, possuindo uma Coordenação Estadual na Secretaria de Segurança Pública. Desta forma, é imprescindível para a ações de segurança pública estarmos juntos aos Consegs que ao longo de todos esses anos produziram resultados profícuos e melhoraram a qualidade de vida das pessoas, somado ao fato que essa aproximação produz um dinamismo promissor nas forças de segurança, em que de forma periódica pode se avaliar e aferir a qualidade e efetividade das providencias adotadas, enfim temos que fomentar e aprimorar essa estrutura para mantermos a curva ascendente na busca do cenário ideal de convívio das pessoas.
JSZN: Como a população pode colaborar com a Polícia Militar?
Cel. PM Robinson: A população pode colaborar de diversas formas, como; participar dos eventos de interesse da segurança, observar as medidas básicas de segurança para não se expor ao risco, informar os órgãos de segurança sobre qualquer situação estranha, participar e interagir com a comunidade que você reside, a fim de fortalecer as relações e indiretamente a vigilância, exercer a cidadania e sobretudo, entender que a polícia é o seu patrimônio e de todos os paulistanos, a qual se faz presente para preservar os seus direitos e cumprir as leis estabelecidas no pacto social.   
JSZN: Como o senhor analisa a integração entre as polícias civil, Militar, Científica, GCM e o Judiciário?
R: Hoje, não há espaço para se obter bons resultados sem a interação de todos os órgãos e instituições relacionadas ao tema segurança pública, pois o maior benificiário tem que ser a comunidade, haja vista que existimos para prestar serviço. Nesta esteira entendo que todas as Instituições mencionadas têm a sua especificidade, porém são parte de um único corpo onde todas são imprescindíveis, caso alguma parte falhe, pode proporcionar o padecimento do todo. Portanto, a integração é muito importante para atingirmos os objetivos desejados pela sociedade de forma eficiente.
JSZN: Quais os desafios que o policiamento na Capital paulista apresenta para este ano de 2021?
Cel. PM Robinson: Os desafios para este ano de 2021 são: manter os indicadores criminais em queda, transmitir a sensação de segurança para população para que todas as mazelas proporcionadas pela pandemia sejam atenuadas, manter os policiais militares hígidos para continuarem na missão, fomentar ainda mais a aproximação dos policiais militares com a sociedade, para potencializar as ações e gerar um sentimento positivo quanto ao trabalho a ser desenvolvido. Não obstante, há os desafios rotineiros de preservação da ordem pública e de combate à criminalidade. 
JSZN: Como está a situação da chamada Cracolândia? O que o senhor vai priorizar para solucionar este problema?
Cel. PM Robinson: Na rua Helvétia, no Campos Elíseos e adjacências, localidade conhecida como Cracolândia, há a concentração de viciados em substâncias entorpecentes sendo um problema crônico de saúde pública, assim sendo já foram adotadas diversas medidas para tentar resolver essa situação, no entanto, o problema persiste, sendo que a Justiça já definiu que o problema daquela localidade não é policial apesar do tráfico instalado, que é combatido por inteligência policial e por intermédio da investigação da Polícia Civil. Os governos do Estado e do Município desenvolvem constantemente ações integradas de zeladoria, saúde pública e de segurança pública para atenuar o impacto naquela localidade e proporcionar um direcionamento na recuperação daquelas pessoas, hoje por meio do projeto Redenção, que conta com a participação de diversos órgãos públicos, entre eles: o Ministério Público do Estado de São Paulo, a Prefeitura, Policia Militar, Policia Civil e Guarda Municipal.  A Polícia Militar conta com uma Companhia de policiamento para dar apoio e suporte para as atividades de zeladoria e assistência social e de saúde, e continuaremos neste apoio para melhorar a condição daquelas pessoas, lembrando que há necessidade de darmos apoio a essas pessoas que estão em condições vulneráveis, principalmente neste momento de pandemia. 
JSZN: Com o aumento do número de moradores de rua, desamparados devido à crise vivida no Estado, como o Policiamento da Capital pode colaborar nesse flagelo social que vivemos?
Cel. PM Robinson: O policiamento preventivo é proporcionado pela PMESP para todos os cidadãos e não difere para essas pessoas que estão vulneráveis, desta forma, os policiais podem orientar e encaminhar essas pessoas para os abrigos existentes, bem como realizar a segurança dos desabrigados nos locais em que se instalarem. A PMESP como polo catalisador de boas práticas e participação social, também, pode proporcionar ajuda a essas pessoas, bem como encaminhá-las para programas sociais existentes.
JSZN: Quais medidas estão sendo adotadas pela PM para combater a pandemia de coronavirus na cidade de São Paulo?
Cel. PM Robinson: Cabe ressaltar que a PMESP desde o primeiro dia da pandemia não parou em nenhum instante, mostrando a força e compromisso do nosso efetivo com a sociedade paulista, estando sempre na linha de frente. Neste momento, estamos atendendo aos chamados da população paulistana e orientando em locais estratégicos para que mantenham o distanciamento e evitem aglomerações, concomitantemente, estamos atuando preventivamente em determinadas localidades para evitar concentrações de pessoas e em apoio a outros órgãos em dissuasão de festas clandestinas. Estamos, também, escoltando vacinas e realizando a segurança de alguns locais de armazenamento. 
JSZN: Qual a importância das mídias regionais, em especial do jornal Semanário da Zona Norte?
Cel. PM Robinson: A imprensa tem papel imprescindível para a evolução da sociedade, pois sem informação não se muda cenário, nesta esteira o jornal Semanário da Zona Norte vem se mostrando um grande parceiro na prestação de serviço público na medida em que fornece espaço para que os órgãos públicos prestadores de serviço se manifestem e informem a sociedade. Desta forma, agradeço a oportunidade e rogo que este equipamento informativo persevere nessa missão.                        

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