Domingo, 17 de junho de 2018

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Cidadania e segurança

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Na semana da cidadania e segurança, reforço o valor de sermos solidários em todas as áreas, particularmente a segurança, um assunto tão comentado e preocupante. Não adianta eu cuidar da minha casa para dentro. A minha visão e a minha forma de pensar precisam ser amplas e as preocupações estendidas aos demais imóveis da rua. Isso também é cidadania. Claro que não podemos invadir a privacidade do morador ao lado, mas sim estar atentos a movimentações suspeitas.

Por isso, uma ação que tem dado muito certo é o Programa conhecido como Vizinhança Solidária. Primeiro, em 2009, começou timidamente no Itaim-Bibi, na Zona Sul da capital. Duas condôminas, assustadas com uma série de furtos, chamaram a polícia para sentarem juntos em busca de soluções. Logo nas primeiras semanas, houve reforço no policiamento e, depois, a instalação de uma placa nos prédios do quarteirão com a frase: Vizinhança Solidária.

A iniciativa das moradoras da região, Maristela e Luzia, que perdura até hoje, deu resultado e os índices criminais caíram até 80%. Na sequência, outras regiões seguiram a mesma linha e, atualmente, cidades do interior decidiram experimentar a ideia, também colhendo bons frutos.

Todos podem participar do Vizinhança Solidária. A PM da região é procurada. Com o tempo, moradores e policiais locais adotam estratégias de prevenção contra furtos e roubos e se comunicam por grupos de aplicativo de celular ou por telefone. Paralelamente a isso, as placas se espalham nos imóveis avisando que ali as pessoas estão de olho.

O curioso do projeto, que como deputado quero tornar um programa da PM em todo Estado, é que visa, além de coibir crimes, evitar a desordem urbana e preservar a zeladoria. Quantos casos de descarte de entulho em local irregular temos? Com essa vigilância, os moradores flagram até esse tipo de infração e podem ligar na Prefeitura.

Outro ponto, em determinadas áreas, é que o consumo de entorpecentes é evitado, pois as pessoas deixam de usar drogas quando observam a placa do programa na via. A pichação também é contida, ou seja, as pessoas vão vendo a importância de ser um cidadão participativo.

A cidade e os demais municípios só tendem a crescer. O bem público acaba melhor preservado. Um exemplo: outro dia li que parte dos ônibus circulares têm equipamentos para carregar celular. Dias depois, os dispositivos estavam obstruídos com chicletes. Quem sai perdendo? É o usuário do sistema de transporte. Na semana da cidadania e segurança, reforço o dom de cuidar do nosso ambiente, colaborando com a polícia no combate aos crimes de oportunidade e sendo proativos.

Deputado Estadual Coronel Camilo

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