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Bolsonaro corta 381 mil benefícios do Bolsa Família

Aos poucos, o presidente Jair Bolsonaro começa a colocar o pais nos trilhos

Aos poucos, o presidente Jair Bolsonaro começa a colocar o pais nos trilhos e uma das medidas mais aclamadas nas ruas durante a sua eleição, foi atendida, trata-se da revisão e de cortes em relação ao Bolsa Família, que foi criado ainda na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, porém foi totalmente “escancarado” no governo do ex-presidente Lula, causando um rombo gigantesco aos cofres públicos.

De acordo com relatório do mês de janeiro do programa Bolsa Família, o número de famílias beneficiadas foi reduzido em 381 mil na comparação com dezembro de 2018; segundo o programa, foram pagas 14,1 milhões de famílias no mês passado. Em janeiro foram 13,7 milhões. O texto apontou que valor pago em janeiro também teve uma pequena redução nesse primeiro mês do governo, ao passar de R$ 2,6 bilhões, em dezembro, para R$ 2,5 bilhões; o valor médio do benefício foi de R$ 187.

De acordo com o Ministério da Cidadania, os cortes ocorreram pelas inúmeras oscilações mensais na folha de pagamento, em virtude de processos de ingresso de novas famílias, manutenções de benefícios e até desligamentos voluntários, mostrando que a pasta até atenta ao grande número de beneficiários do programa.

Criado em 2004, o programa tem por finalidade a “unificação” do PNAA (Programa Nacional de Acesso à Alimentação), criado pelo governo do ex-presidente Lula (PT) com programas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), entre eles o Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Auxílio-Gás e Cadastramento Único do Governo Federal.

Sendo assim, o Bolsa Família se tornou um programa de transferência direta de renda para brasileiros em situação de extrema pobreza em todo o País. A renda familiar per capita tem que ser inferior a R$ 70 mensais para participar do programa.

O Bolsa Família atende a mais de 13 milhões de famílias em todo território nacional e os valores variam de acordo com a família. Para chegar a esse valor, são consideradas variáveis como renda mensal, o número de crianças na casa, de gestantes ou mulheres que estão amamentando e de familiares.

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Bolsonaro corta 381 mil benefícios do Bolsa Família

Aos poucos, o presidente Jair Bolsonaro começa a colocar o pais nos trilhos e uma das medidas mais aclamadas nas ruas durante a sua eleição, foi atendida, trata-se da revisão e de cortes em relação ao Bolsa Família, que foi criado ainda na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, porém foi totalmente “escancarado” no governo do ex-presidente Lula, causando um rombo gigantesco aos cofres públicos.

De acordo com relatório do mês de janeiro do programa Bolsa Família, o número de famílias beneficiadas foi reduzido em 381 mil na comparação com dezembro de 2018; segundo o programa, foram pagas 14,1 milhões de famílias no mês passado. Em janeiro foram 13,7 milhões. O texto apontou que valor pago em janeiro também teve uma pequena redução nesse primeiro mês do governo, ao passar de R$ 2,6 bilhões, em dezembro, para R$ 2,5 bilhões; o valor médio do benefício foi de R$ 187.

De acordo com o Ministério da Cidadania, os cortes ocorreram pelas inúmeras oscilações mensais na folha de pagamento, em virtude de processos de ingresso de novas famílias, manutenções de benefícios e até desligamentos voluntários, mostrando que a pasta até atenta ao grande número de beneficiários do programa.

Criado em 2004, o programa tem por finalidade a “unificação” do PNAA (Programa Nacional de Acesso à Alimentação), criado pelo governo do ex-presidente Lula (PT) com programas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), entre eles o Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Auxílio-Gás e Cadastramento Único do Governo Federal.

Sendo assim, o Bolsa Família se tornou um programa de transferência direta de renda para brasileiros em situação de extrema pobreza em todo o País. A renda familiar per capita tem que ser inferior a R$ 70 mensais para participar do programa.

O Bolsa Família atende a mais de 13 milhões de famílias em todo território nacional e os valores variam de acordo com a família. Para chegar a esse valor, são consideradas variáveis como renda mensal, o número de crianças na casa, de gestantes ou mulheres que estão amamentando e de familiares.

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