SEMANÁRIO ZONA NORTE - JORNAL DE MAIOR CIRCULAÇÃO NA ZONA NORTE

Notícias Colunistas

Aspectos sobre a Independência do Brasil

A partir do ano de 1789, com a chamada Inconfidência Mineira

Aspectos sobre a Independência do Brasil
IMPRIMIR
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

A partir do ano de 1789, com a chamada Inconfidência Mineira, levada a efeito por homens livres e de bons costumes contra a execução da derrama e o domínio da Coroa portuguesa, uma sucessão de fatos se desenrolaram até que, em 7 de setembro de 1822, dom Pedro I declarou ao país sua emancipação de Portugal.

Esse processo político e social representou a conquista enquanto nação territorialmente delimitada e administrativamente autônoma.

Sob o aspecto espiritual, esse e outros fatos históricos que culminaram no movimento de independência do Brasil são analisados por Humberto de Campos, pela mediunidade de Chico Xavier, no livro Coração do Mundo Pátria do Evangelho. A obra revela que Jesus, por volta de 1370, se reuniu com espíritos que coordenam a vida no planeta com o objetivo de transportar a árvore do evangelho do Cristo a para a terra que teria o formato geográfico de um coração e em seu céu estrelas formassem uma cruz.

Essa terra seria conhecida por um lugar de amor, perdão, trabalho e caridade. Aliás, o dístico da bandeira do Brasil – Ordem e Progresso - nos convida a refletir sobre os valores a atitudes intrínsecas a esse povo que é responsável pela renovação e construção de um mundo mais fraterno.

Nesse contexto, esse fato histórico traduz o sentimento de esperança e a missão do Brasil no processo de transformação no planeta sobretudo porque “um dos traços característicos do povo brasileiro é o seu profundo amor à liberdade. A largueza da terra e o infinito dos horizontes dilataram os sentimentos de emancipação em todas as almas chamadas a viver sob a luz do Cruzeiro”.

Como lembrou Emamnuel, “...O Brasil não está somente destinado a suprir as necessidades materiais dos povos mais pobres do planeta, mas, também, a facultar ao mundo inteiro uma expressão consoladora de crença e de fé raciocinada e a ser o maior celeiro de claridades espirituais do orbe inteiro...”.

A esperança em relação a isso é  traduzida em um artigo publicado no Portal do Espírito que diz que “efetivamente, à medida que o povo brasileiro se espiritualizar assimilando conscientemente o racionalismo do processo reencarnacionista, ou seja, a grandeza e a amplitude moral das vidas sucessivas, que transformam o homem imperfeito, de hoje, no anjo futuro, o Brasil fará jus a receber novos acréscimos do Alto, que o habilitarão a ser, não somente o celeiro material do mundo, mas também um farol moral e espiritual da humanidade”.

Sob qualquer aspecto, é tempo de refletir sobre como podemos – porque devemos – ajudar a construir um país melhor. Emmanuel, em mais uma lição, no livro Caridade mostra que “é preciso começar com o bem e persistir com ele se desejamos a perfeição. Cada qual, porém, avança na senda que lhe é própria. Ninguém caminhará para a frente sobre o alheio esforço. Antes de pretendermos o ingresso nos mundos venturosos e redimidos, salvemos o chão em que nos firmamos, construindo o mundo mais feliz de amanhã pela melhoria de nós mesmos. Não vale contemplar sem agir, nem sonhar sem fazer”.

Neste momento de celebração dos 199 anos desse fato histórico, todos devem refletir que o melhor combate é aquele que é lutado com paciência e mansuetude, porque trilha pelo caminho do entendimento, da união e da luz, fazendo prevalecer nos corações a vontade de Deus.

Os brasileiros e todos que habitam esta nação precisam ter clara a missão confiada a este país e que se vivenciamos momentos de crise ética, política, econômica e social devemos dar um passo adiante, porque é hora de levantar, mudar e seguir em frente na construção de um novo tempo.

Se há divergências a serem superadas que sejam no campo das ideias e do respeito para que sejamos como a luz na escuridão, enquanto aqueles que pela ação generosa da compreensão, do diálogo e do entendimento seguem na direção do amor e do bem de todos.

Que possamos celebrar a independência moral, ética e espiritual do nosso Brasil e que levemos ao mundo a lição do amadurecimento da consciência político-social do povo da Pátria do Evangelho, sempre pensando no coletivo, no bem comum, estimulando e promovendo a prática do bem, da caridade, da fraternidade, potencializando a centelha divina que habita em cada ser.

Mais uma vez é dado ao Brasil demonstrar ao mundo que aqui vive e convive um povo de índole ordeira e pacífica que foi e é educado no caminho ensinado por Jesus: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

 

 Paulo Eduardo de Barros Fonseca

Comentários:

Veja também

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!