A acessibilidade na cidade de São Paulo é um assunto bastante discutido entre a população e os órgãos públicos, em especial iniciativas que visam o desenvolvimento de ações especializadas na inclusão social dos deficientes e de pessoas com mobilidade reduzida.
Um dos principais problemas enfrentados pelos deficientes e idosos é o desrespeito e a falta de conscientização da sociedade. Quantas vezes presenciamos a falta de humanismo de algumas pessoas ao estacionarem em vagas reservadas para cadeirantes?
De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) têm direito à vaga de estacionamento para deficiente usuários de cadeira de rodas, aparelhos ortopédicos e próteses, com deficiência física nas pernas ou nos pés, que gerem dificuldade para caminhar;
incapacidade intelectual ou deficiência visual que impossibilite ou dificulte a pessoa andar por si só; mobilidade reduzida temporária, devido a cirurgia que provoque dificuldades momentâneas para se locomover, mediante solicitação médica.
É inconcebível que a maioria da população não se dê conta diante da discriminação e do preconceito para com os cidadãos, principalmente aqueles que necessitam de cuidados especiais.
Este tipo de atitude nos faz analisar que o verdadeiro problema destes portadores de deficiência é o não convívio em sociedade, pois suas próprias limitações proporcionam barreiras e obstáculos. É preciso evoluir muito nesta questão para garantir mais conforto e segurança a essa minoria que enfrenta diariamente os preconceitos da sociedade moderna.
De nada adianta a Prefeitura construir rampas e calçadas que facilitem a mobilidade do portador se a comunidade não colabora com suas ações.