A doação de órgãos aumenta a expectativa de vida das pessoas que precisam de um transplante. Dependendo do número de partes do corpo que podem ser cedidas, cada doador pode salvar oito vidas ou mais.
O procedimento para doação consiste em uma cirurgia que podem ser feitas após a morte ou até mesmo em vida. Porém, para concretizá-la é preciso da permissão da família, além de ser necessária a comprovação da morte cerebral do doador para retirada dos órgãos sólidos como coração, fígado, rins e outros. Esta avaliação é muito criteriosa e há a necessidade do diagnóstico clínico por dois médicos e a realização de exames complementares que comprovem a morte cerebral (ultrassonografia transcraniana ou angiografia cerebral).
Apesar da sua importância, muitas pessoas ainda temem doar seus órgãos por insegurança sobre a definição de coma e morte encefálica e muitas famílias não permitem a doação por mitos religiosos, lembrando que nenhuma religião no Brasil proíbe ou não recomenda a doação.
Para conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos, foi criada a Campanha Setembro Verde. Instituída pela Lei nº 11.584/2.007, a data tem por objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da doação de órgãos, tecidos e células, e pretende incentivar as pessoas a conversarem com seus familiares e amigos sobre o assunto, pois a ação só ocorre com autorização dos parentes mais próximos.
Doe órgãos. Salve vidas!