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Quinta-feira, 10 de Setembro 2026
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A figura paterna

Colunista Paulo Eduardo de Barros Fonseca

A figura paterna
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Os registros históricos mostram que a primeira homenagem feita por um filho a seu pai ocorreu na Babilônia, há mais de 4 (quatro) mil anos, simbolizada por um cartão moldado em argila desejando votos de sorte, saúde e vida longa. 


Esse fato histórico inspirou diversas nações a adotarem uma data para homenagear a figura paterna, lembrando sua importância na constituição da família.


A figura paterna exerce grande influência na vida dos filhos e tem por missão desenvolvê-los pela educação. A paternidade é uma missão e ao mesmo tempo um dever muito grande que obriga, mais do que o homem pensa, sua responsabilidade pelo futuro, porque tem enfoque maior no progresso moral. Todo pai assume o compromisso de conduzir seus filhos para a aquisição de valores importantes, como respeito, honestidade, dignidade, humildade e amor, além de outros mais, essenciais a sua evolução.


A maneira de como o pai exerce a paternidade interfere direta e definitivamente no desenvolvimento do caráter do filho. 
Esse contexto destaca a importância e a seriedade do compromisso espiritual assumido pela figura paterna no desenvolvimento moral e material daquele que tem a chance de nascer no seu núcleo familiar. 


Logo, a figura paterna deve estar presente na vida dos filhos marcando-os indelevelmente para sempre e preparando-os para o futuro que lhes estiver reservado. 


A mensagem que segue abaixo, de autor desconhecido, certamente, traduz aquilo que todos deveriam refletir sobre a figura paterna:


“Meu Pai
Quando eu tinha 7 anos você era meu herói, sabia tudo.
Quando eu tinha 12 anos você era legal, sabia algumas coisas.
Quando eu tinha 17 anos você precisava se recliclar, evoluir um pouco.
Quando tinha 22 anos você não tinha nada a ver comigo, não me entendia.
Quando tinha 26 anos você não estava com nada, estava por fora.
Aos 35 anos verifiquei que você tinha razão em algumas coisas.
Aos 45 anos descobri que você conhecia bem a vida e que me havia me ensinado muitas coisas.
Aos 50 descobri que eras sábio, meu pai.


Que pena ter descoberto isto tão tarde! poderia ter vivido bem melhor se o tivesse entendido.
Talvez eu consiga ensinar isto para meus filhos e netos.”


A arte da convivência evidencia a necessidade de que as responsabilidades sejam assumidas para que no futuro haja a consciência tranquila do dever espiritual e material bem cumpridos. A resultante do convívio sadio entre pai e filho é que a perda do pai nos ensina o valor do tempo!         


Daí o pensamento que diz que um pai deve ter a sabedoria de um mestre e a sinceridade de um amigo.    

Paulo Eduardo de Barros Fonseca

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