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A Data da Fraternidade Humana

Transcorridos dois anos do advento da pandemia da Covid.19

A Data da Fraternidade Humana
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Transcorridos dois anos do advento da pandemia da Covid.19, que a todos incitou a se recolher e refletir sobre o que realmente tem relevância na experiência material, a humanidade ainda¬¬¬¬ procura se reencontrar.

Algumas pessoas afirmam que a pandemia é tempo de aprendizado, mas se esquecem de que, por se tratar de uma mera possibilidade de aprendizado, nenhum tipo de sofrimento deve ser visto como uma chave pedagógica. De fato, cada pessoa tem uma postura distinta frente a qualquer tipo de acontecimento.

Todavia, é interessante notar que nesta época do ano, pouco importando qual seja a raça, a crença ou a condição socioeconômica das pessoas, todos se deixam envolver por um sentimento mais altruísta, de irmandade. De fato, de um modo mais introspectivo, um sentimento de amor e caridade a todos envolve.

Em um mundo ainda fraturado, onde as pessoas, sob diversos pretextos, ainda se colocam umas contra as outras, valores como humildade, esperança, despojamento, amor e família, como que de repente, ganham forte significado e a humanidade demonstra como deve ser o modelo universal de convivência.

Independentemente das diferenças, sobretudo de crenças, a mensagem crística envolve a humanidade e as pessoas demonstram que, quando há disposição interior, todos são capazes de deixar fluir e resplandecer a chama do amor fraternal.

É plausivel afirmar que nesta época do ano, mais que uma festa cristã ou um feriado religioso, a humanidade quase que em uníssono, em meio aos problemas do cotidiano,  cria uma atmosfera de alegria, respeito e paz. Essa postura denota que a humanidade tem condições de viver e conviver de maneira diferente, porque o amor supera toda e qualquer divergência.

É assim que devemos aproveitar mais este momento de celebração para que, de um modo mais introspectivo, os corações dos homens deixem de ser uma simples hospedaria a qual recebe Jesus apenas por alguns poucos momentos e se tornem todos os dias o seu definitivo lar, trazendo ao planeta a renovação da vida ao espalhar a centelha divina do amor.

Quando isso acontecer, a humanidade viverá nas bases da Sabedoria e do Amor e aí todos os dias será Natal, que é a data da fraternidade humana traduzida pela caridade e pelo amor, quando são reafirmadas as virtudes de cada um e superadas, ainda que momentaneamente, as divergências entre as pessoas.

Que Jesus possa realmente nascer no coração de cada ser humano, tal qual nasceu para aqueles que já entenderam que Ele é o caminho, a verdade e a vida e que somente por Ele chegaremos ao Pai, para que, em uma só voz, os anjos possam dizer: Nasceu Jesus!!! Glória a Deus nas alturas, paz na Terra.

 

Paulo Eduardo de Barros Fonseca

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