O ano de 2019 chega com inovações e novidades especialmente no campo da política brasileira. É momento de grandes transformações e reestruturações no Brasil.
O dia 1º de janeiro de 2019 foi marcado pelas posses de 27 governadores eleitos nas eleições de outubro de 2018 e da posse do presidente da República Jair Messias Bolsonaro.
O Estado de São Paulo empossou no primeiro dia do ano o governador João Doria (PSDB). Em seu discurso de posse na Assembleia Legislativa de São Paulo e depois no Palácio dos Bandeirantes, Doria disse que vai fazer um governo empreendedor, “a população quer um governo eficiente e um governo de resultados. Vamos pensar São Paulo grande”.
Doria defendeu também a reestruturação do PSDB e afirmou que o melhor programa social é o emprego. “A política precisa trocar ideologia por trabalho. Chega de pensar pequeno. Nós não vamos pensar pequeno em São Paulo. São Paulo é uma nação. Aqui se encontram correntes migratórias de todo o país. Eu mesmo sou filho de nordestino, filho de baiano, com muito orgulho. São Paulo precisa fazer jus à sua grandeza”, complementou emocionado ao lembrar dos pais Maria Sylvia e João Doria.
Em relação ao time de secretários que irão compor o seu governo, João Doria ressaltou ter montado uma seleção de talentos. Segundo ele, o governo buscou ‘as melhores cabeças e os melhores talentos para cumprirem as suas funções’.
A principal bandeira de Doria será a Segurança Pública. O comando da Secretaria está nas mãos do general de exército que está na reserva, João Camilo Pires de Campos. Um profissional de extrema competência e dedicação e que com certeza, comandará com muita primazia o cargo ao qual foi escolhido.
Já a cerimônia de posse de Jair Messias Bolsonaro como novo presidente do Brasil quebrou protocolos e abriu portas para o protagonismo no Governo.
E num ato de solidariedade, a primeira - dama Michelle Bolsonaro se dirigiu aos deficientes auditivos discursando em Libras -língua de sinais para surdos-, público para qual ela faz trabalho voluntário. Agora, estamos na expectativa para saber o que está previsto dentro deste governo em relação aos deficientes auditivos.
Na ocasião, ela agradeceu a todos que demonstraram apoio nos dias em que Bolsonaro ficou internado na Santa Casa de Juiz de Fora após o atentado. A desenvoltura de Michelle diante da multidão mostrou o verdadeiro papel da primeira-dama no futuro Governo.
E Jair Bolsonaro, durante seu discurso, destacou os desafios que enfrentará pela frente, fez menção ao socialismo e depois, de receber a faixa presidencial, agitou uma bandeira nacional diante seus simpatizantes conclamando que esta “nunca será vermelha” em referência ao Partido dos Trabalhadores (PT) que governou o país entre 2003 e 2016. “O vermelho poderá ser de sangue que iremos derramar pelo país”, afirmou.
Mostrando coragem e contrariando a equipe de segurança que o escoltava, Bolsonaro, preferiu circular em carro aberto.
O governo Bolsonaro promete ser popular e solidário, pois até a assinatura da posse foi com caneta popular.
Já o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) assinou a ata de posse, em 2002, com uma caneta banhada a ouro no valor de R$25.000,00 e a ex-presidente Dilma Rossef com uma caneta de diamantes no valor de R$ 38.000,00.
Bolsonaro terminou seu discurso com o famoso slogan da campanha eleitoral “Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos”.
Em relação ao time de ministros, Bolsonaro escolheu profissionais de alto gabarito e competência para comandar o Governo. O ministro Sergio Moro (Justiça) foi o primeiro a assinar o termo de assunção ao cargo, ovacionado pelos convidados presentes no Palácio do Planalto.
Já o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, lançou mão dos dotes de palestrante. Pontes defendeu maior participação da iniciativa privada no financiamento da ciência nacional e disse que pretende aumentar a cooperação com outras pastas.
Enfim, nós brasileiros esperamos um Governo forte e dinâmico, e que as promessas de campanha comecem a ser de fato definidas.