Recentemente uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública demonstrou que uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual.
O cenário ainda fica pior: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes.
O número aumentou ainda mais na pandemia, já que muitas mulheres foram obrigadas a ficar isoladas dentro de casa junto com seus agressores. De acordo com a pesquisa Data Senado, 100% das vítimas foram agredidas por namorados e 79% das agredidas por maridos quando terminaram a relação.
Até mesmo o Papa Francisco, em sua fala anual de Ano Novo e nos últimos dois anos têm dedicado seus discursos pedindo para dar um basta em toda essa violência.
É preciso políticas públicas mais sérias para acabar com esse problema. É preciso leis mais rígidas e justiça atuando de verdade para colocar o agressor na prisão para não sair de lá.
É preciso mais medidas de proteção às mulheres e seus filhos, pois, ainda segundo a pesquisa, 75% das mulheres entrevistadas têm medo de denunciar e isso acaba gerando um círculo vicioso de abusos.
Não podemos ficar calados quando ouvimos ou vemos algum tipo de violência. Você pode ligar para 180 - Central de Atendimento à Mulher. Para abusos contra crianças e adolescentes, disque 100 - Direitos Humanos. Numa situação de perigo imediato, ligue 190 - Polícia Militar.
Quando ficamos quietos, ajudamos o agressor a cometer mais crimes.
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