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Terça-feira, 28 de Abril 2026
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“Que planeta é esse?”

Em tempos pandêmicos, consequência da aparição do viajante sem passaporte identificado pelo nome de Covid-19

“Que planeta é esse?”
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Em tempos pandêmicos, consequência da aparição do viajante sem passaporte identificado pelo nome de Covid-19, cientistas pesquisadores em Ciências Médicas, vinculados aos mais importantes centros de pesquisas científicas, das maiores universidades em todos os continentes, estão dedicados  ao urgente e complexo desafio para descobrir, e desenvolver, uma vacina que garanta imunização segura para toda a humanidade contra o coronavírus.

Também entre os investigadores em Cosmologia, Astrofísica e Astronomia do mundo inteiro, a dedicação e os desafios não são menores. Suas pesquisas estão direcionadas para uma possível confirmação da

existência de um novo “planeta”, integrante do sistema solar. Por apresentar configuração analógica, ainda não foi possível sua completa identificação, dadas as dificuldades que os cientistas estão encontrando para descrever e compreender as estruturas de seus materiais e composição química, calcular sua massa e densidade, temperatura, grau de luminosidade, extensão, tipo de  solo e topografia, bem como a sua posição e localização no Universo. A hipótese mais provável é que está abaixo da linha do Equador.

Mesmo tendo à disposição os mais modernos telescópios com lentes de longuíssimo alcance guiados por satélites, e operados por supercomputadores capazes de processar bilhões de cálculos na velocidade da capsula SpaceX, recém-lançada ao espaço, e aplicando as mais recentes leis da Física Cósmica, ainda assim, os cientistas não conseguiram decifrar os códigos interplanetários que permitam a abertura de uma janela para o Universo, que assintam numa melhor compreensão desse provável novo planeta, suas forças

gravitacionais e órbita.

Como é consabido, desde o início do processo de sua formação, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos, que segundo os cientistas se deu através do Big Bang, se tornando o terceiro planeta mais próximo do Sol, o

mais denso, e o quinto maior dos oito planetas integrantes do sistema solar, a Terra está em contínua transformação, tanto em seu interior quanto na sua superfície, onde a vida surgiu um bilhão de anos depois. Se as hipóteses dos astrônomos do Centro de Astrofísica de Universidade de Harvard se confirmarem, o novo planeta será o mais próximo da Terra.

Essa dinâmica de permanente evolução terrestre criou as condições ideias para se transformar em berço de milhões de espécies de seres vivos, inclusive humanos, alguns nem tão humanos assim (e essa é outra discussão), sendo o único corpo celeste onde a existência da vida é comprovada. Suas propriedades físicas, sua composição geológica, e órbita, permitiram que a vida se mantivesse por todo esse longo período, até os nossos dias, e, de acordo todas as previsões científicas, a Terra deverá manter as condições para existência de todas as modalidades de vida por, pelo menos, mais 500 milhões de anos.

Partindo dessa perspectiva e das publicações que temos acompanhado pelos veículos especializados, inclusive internacionais, especialmente a cada final de semana, os estudos recém-desenvolvidos em Cosmologia, Astronomia, Astrofísica – e, também, em Ciências Políticas e Sociologia ainda assim, persiste entre os cientistas a desconfiança de que o mundo pode estar diante da inimaginada descoberta de um planeta, também pertencente ao sistema solar, com formação e massa similares à Terra, mas com caraterísticas que, se confirmadas, mudarão não apenas o conhecimento científico acumulado até aqui, desde o surgimento da Astronomia, que é a mais antiga das ciências naturais, tanto quanto a origem do homem, mas também as liberdades, os direitos e garantias individuais do cidadão, e até o direito à vida!

Assim como Nicolau Copérnico, que apresentou ao mundo seu modelo heliocêntrico do Universo; e Galileu Galilei, que, além de desenvolver o próprio telescópio, foi o primeiro cientista a observar o céu noturno e a descobrir a existência de profundas crateras na lua; bem como Aristóteles, que explicou qualitativamente os movimentos dos corpos celestes com a introdução dos “motores celestiais em sua metafísica”, os cientistas desses “estranhos” tempos hodiernos já comprovaram que nesse provável novo planeta, além da existência de água, vasta extensão territorial e densas florestas, também existe vida, restando identificar se humana, ou de humanoides. Os sinais emitidos por seus habitantes, captados e processados por superaceleradores, confirmam que eles têm uma visão de que a Terra é plana!

Além da surpresa pela inédita descoberta desse que poderá vir a ser o nono planeta do sistema solar, pelo menos no imaginário de seus próprios habitantes, o que está provocando estranhamento e grande perplexidade em toda comunidade científica, de todas áreas em todo o mundo, é que os cientistas também identificaram a existência de uma espécie de organização política messiânica, identificada como “Republica da Cloroquina” - dirigida por um “líder” negacionista de perfil político e psicopatológico, que mistura

messianismo, populismo, autoritarismo, fascismo, racismo, e perigosas ligações com o “milicianismo”, mas que é endeusado e reverenciado por alguns milhares de seguidores, o que indica a existência de estreitas relações identitárias.

Os cientistas pesquisadores da área da saúde, também, descobriram que esse planeta vem sendo agressivamente atacado por um andarilho de nome coronavírus, que já matou mais 40 mil pessoas, e continua sua trajetória de contágio e mortes ainda em escala crescente, com total indiferença do seu

“líder”, e de seus seguidores, que, além de ignorarem a doença e a vida do outro, também atacam com violência os que pensam em contrário, e para os quais essas mortes são normais e continuam o curso natural da vida.

Depois de nomear interinamente um general para o Ministério da Saúde, (sim, em plena pandemia nesse planeta em estudo, há mais de mês, o ministro ainda é interino), e a indicação de cerca de trinta outros militares recrutas para combater a tiros o coronavírus, a mais recente e revolucionária forma encontrada pela sua “liderança”, para combater o vírus, foi negar aos seus próprios seguidores a divulgação dos números de mortos e contaminados pela Covid-19, levando todos à conclusão simplista de que negar a informação é a maneira mais eficaz de reduzir o número de mortos. Nessa perspectiva, espera-se para os próximos dias que os números sejam zerados.

Esse estranho comportamento de desprezo pela vida, mais uma vez, despertou a curiosidade da comunidade científica, que logo procurou entender as causas desse embrutecimento, e emburrecimento da sua liderança e de seus seguidores, e sem muito esforço identificou a existência de um perfil “fascistoide” em parte significativa dos habitantes do referido planeta ainda em fase de estudos, que difere em tudo dos padrões que se conhecem como formas de vida verdadeiramente humana, como se distingue na Terra.

Os pesquisadores autores dessa ainda inédita descoberta cósmica, em estudos conjuntos desenvolvidos com os mais renomeados neurocientistas vinculados aos maiores centros de pesquisas do mundo sobre o cérebro

humano, através da introdução invisíveis de feixes de luz a laser, observaram que significativa parcela dessa população, em sua maioria formada por “pretensos letrados politizados e urbanos”, “eugenistas” e aprendizes de “neofascistas”, apresentam uma anomalia que se caracteriza por pequenas, mas profundas crateras cerebrais que os impedem da compreensão dos mais rudimentares fundamentos civilizatórios. Os pesquisadores também observaram que os efeitos dessa anomalia têm consequências ainda mais graves no cérebro - dizendo doutra maneira - no que deveria ser o cérebro daquele que é venerado como pretenso líder.

Os cientistas, notadamente aqueles que integram o grupo multidisciplinar das áreas das Ciências Sociais e Humanas, formado por antropólogos, sociólogos, arqueólogos, psicólogos, pedagogos, cientistas políticos e juristas, também desenvolveram outros estudos com o objetivo de conhecer e constituir o perfil sociopolítico de parte dessa população, desse novo planeta, e verificaram que as crateras cerebrais identificadas pelo

neurocientistas seccionam o processo conhecido por sinapses, incapacitando parte deles, especialmente o líder da “República da Cloroquina” de manter intacta a capacidade de processar corretamente as informações geradas nos meios políticos e sociais onde vivem, não lhes sendo possível a compreensão

de conceitos como democracia, independência e harmonia entre os poderes, cidadania, liberdade de expressão, direitos das minorias e direito à vida, bem como o que vem a ser coexistência pacífica com os que pensam diferente.

*Jornalista, sociólogo e doutor em Ciências Políticas.

Arnaldo Santos

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