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Sexta-feira, 24 de Abril 2026

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Cerimônia de Passagem de Comando do Exército brasileiro reúne autoridades e emociona o público em Brasília

No dia 11 de janeiro

Cerimônia de Passagem de Comando do Exército brasileiro reúne autoridades e emociona o público em Brasília
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No dia 11 de janeiro, o general de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas passou oficialmente o comando da Força Terrestre para o General de Exército Edson Leal Pujol. A cerimônia também marcou a entrega da Medalha do Mérito Militar, grau Grã-Cruz, ao presidente da República, Jair Bolsonaro.

Diversas autoridades prestigiaram a cerimônia, como o vice-presidente, general de Exército Antônio Hamilton Martins Mourão; o ministro da Defesa, general de Exército Fernando Azevedo e Silva; o ministro de Segurança Institucional, general de Exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira; o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro; o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes; e os novos comandantes da Marinha, almirante de esquadra Ilques Barbosa Junior, e da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermudez.

O general Villas Bôas permaneceu quase 4 anos à frente da Instituição (de 5 de fevereiro 2015 a 11 de janeiro de 2019), e seu carisma e popularidade junto à sociedade puderam ser conferidos no salão onde aconteceu o evento. Milhares de pessoas estavam reunidas para acompanhar de perto esse momento. Em suas palavras, ele agradeceu a todos que fizeram parte de sua caminhada no meio civil e militar e relembrou o momento que entrou na vida castrense: “volto ao meu Exército, onde ingressei há 52 anos, precisamente no dia 15 de março de 1967, inspirado em meu pai, artilheiro de boa cepa, e estimulado por minha mãe, verdadeira mulher de soldado.  Desde os 16 anos de idade, vivi abrigado em uma Instituição em que o sucesso profissional jamais me exigiu abrir mão dos meus valores. Instituição de gente feliz, realizada e comprometida, em ambientes saudáveis, onde, despreocupadamente, minha família conviveu sob o manto da amizade e da camaradagem. Trata-se de um Exército sempre presente nos mais remotos rincões, a proporcionar estabilidade, segurança, defesa e ações em prol do desenvolvimento econômico, científico, tecnológico e social”. Ao término do discurso, o general foi aplaudido de pé pelos presentes, por mais de um minuto.

Durante a solenidade, o ministro da Defesa destacou o trabalho do general Villa Bôas no período em que esteve à frente da Instituição: “o general Villas Bôas é reconhecido pelo carisma de líder equilibrado. Mas o seu grande feito não pode ser medido com olhos rasos. A maior entrega deste Comandante foi o que ele conseguiu evitar. Foram tempos que colocaram à prova a postura do Exército como organismo de Estado, isento da política e obediente ao regramento democrático. Manteve a ética como parceira do cotidiano militar e induziu a disciplina consciente como modelo de comportamento. Fez do Exército solução, não parte do problema”.

O general Villas Bôas afirmou estar feliz com a escolha do novo comandante: “embora emocionado, sinto-me extremamente feliz, pela circunstância de estar passando o comando do Exército de Caxias a um profissional que elevará os níveis de desempenho da Força Terrestre, tanto no que diz respeito à parte anímica, quanto na eficiência operacional, ancorado na evolução tecnológica que vigorosamente persegue, bem como na interação com a sociedade, respaldado em sua evidente e renomada capacidade intelectual, na cultura profissional, na sólida liderança estratégica e na vasta experiência”.

Para o novo comandante, general Leal Pujol, “o desafio maior de um oficial do Exército, de um oficial-general, é o que eu estou recebendo agora, não só por estar à frente de uma instituição que tem a maior credibilidade junto à sociedade brasileira, em um momento importante da vida nacional, em que todos depositam a esperança de um Brasil melhor. Suceder o general Villas Bôas, um líder carismático que conduziu o Exército de forma exemplar, é um grande desafio. Sua liderança nos cativou muito, sempre nos motivando a cumprir as missões com muito profissionalismo. Não vou substituí-lo, mas sim, dar continuidade ao trabalho dele e de seus antecessores. Será um período de muito trabalho, mas com os recursos humanos que o Exército dispõe, de profissionais de alto nível, essa tarefa será facilitada”.

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